Uma nova tendência chamada “pheromone-maxxing”, que surgiu nos Estados Unidos e chegou a algumas regiões de São Paulo, tem gerado discussões nas redes sociais. A prática reúne homens da geração Z que evitam banhos e desodorantes com a intenção de aumentar a exposição aos próprios feromônios e, supostamente, ampliar a atração sexual.
A teoria é de que o suor acumulado aumentaria a liberação de substâncias ligadas à atração. Alguns adeptos afirmam ter recebido mais elogios após aderirem à prática, enquanto críticos questionam se a tendência realmente funciona ou apenas serve como justificativa para abandonar hábitos de higiene.
Especialistas, porém, alertam para os riscos da falta de higiene. Embora o suor não tenha cheiro forte por si só, o contato com bactérias na pele pode provocar odores desagradáveis e favorecer inflamações e outros problemas dermatológicos.
A relação entre feromônios humanos e atração sexual ainda é tema de estudos científicos. Enquanto alguns famosos, como Ashton Kutcher e Brad Pitt, já falaram sobre reduzir a frequência de banhos ou perfumes, a higiene pessoal continua sendo considerada importante para a saúde e o convívio social, especialmente em regiões de clima quente.



