Policial federal acusado de premeditar a morte da filha recém-nascida deve ir a júri popular

De acordo com a defesa de Micilene Souza, mãe da pequena Maria Cecília, o policial federal Dheymersonn Cavalcante, acusado de premeditar a morte da filha, deve ir a júri popular.

Ainda segundo a defesa, a denúncia de homicídio qualificado deve ser acatada pelo Ministério Público. O inquérito será finalizado nas próximas semanas.

Maria Cecília, 2 meses, veio a óbito após ter sido alimentada pelo pai e avó com leite artificial, mesmo eles sabendo que ela não poderia ingerir esse tipo de alimento. A criança Cecília deu entrada no Hospital Urgência Emergência de Rio Branco (Huerb) às 18 horas do dia 8 de março, chegando a óbito pouco mais das 22 horas. No laudo, emitido pelo Instituto Médico Legal (IML), consta morte por insuficiência respiratória, obstrução das vias áreas e bronco aspiração.

Para a enfermeira, Micilene Souza, mãe de Maria Cecília, o agente federal premeditou a morte da filha para não ter que pagar pensão.