A Justiça criou um verdadeiro imbróglio para que o ex-presidente Lula participasse do enterro de seu irmão, o Vavá, durante a semana passada. No entanto, para outro preso, o parecer foi muito mais flexível. Segundo informa a jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna no Jornal Folha de S.Paulo, existe ao menos um precedente na operação Lava Jato de preso que foi liberado após a morte de um parente: o ex-deputado Luiz Argolo acompanhou o enterro da avó, em 2017.
Argolo estava preso no Complexo Médico-Penal, na região metropolitana de Curitiba, e teve licença de três dias para ir até a Bahia e comparecer ao funeral.
A Justiça Federal no Paraná condenou no dia 16 de novembro de 2015, o ex-deputado federal Luiz Argôlo pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, investigados na Operação Lava Jato. A pena considerada pelo juiz Sérgio Moro foi de 11 anos e 11 meses de reclusão em regime inicialmente fechado, além do pagamento de multas de R$ 459.740.



