Professores dizem “não” à reforma da previdência e solicitam que Gladson venha dialogar com os manifestantes

A proposta de Reforma da Previdência do Estado do governador Gladson Cameli (PP) desagradou todas as categorias de servidores públicos, em especial dos da Educação que paralisaram as atividades nesta terça-feira, 12, para protestarem na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).

Na semana passada, os manifestantes foram recepcionados com truculência e spray de pimenta. Entre as principais pautas da reforma, destacam-se o aumento da idade mínima, que passa de 60 para 62 anos no caso das mulheres e de 65 anos para os homens, o aumento no tempo de contribuição dos professores, a extinção do auxílio-funeral e da licença-prêmio, entre outras medidas.

A medida vai ser votada no próximo dia 26. Se não aprovada, o governador anunciou que pode aderir integralmente a PEC paralela do presidente Jair Bolsonaro, que extingue ainda mais direitos.

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