Sem inseticida, combate a mosquito é prejudicado e Saúde pede ajuda da população

A falta de um inseticida específico para combater o mosquito aedes aegypti, fornecido pelo Governo Federal, deixa em alerta a secretaria de Saúde de Cruzeiro do Sul. Desde agosto, o município está sem estoque.

Segundo a chefe de Atenção à saúde, Maria Fernanda, o governo federal está em processo de alterar o tipo de produto utilizado. A expectativa é de que o novo inseticida chegue em Cruzeiro do Sul entre dezembro e janeiro.

Porém, devido ao início do inverno amazônico, período caracterizado por muitas chuvas, o órgão pede colaboração da população para evitar a proliferação do mosquito.

“Precisamos do auxilio da população para não deixar esse mosquito nascer. Esse inseticida é utilizado apenas para o mosquito que já nasceu. Identificou larvas, elimine imediatamente e não haverá casos de doenças. Precisamos sensibilizar a população com relação a isso, mostrando os principais problemas de saúde que podem ser causados”.

Para conscientizar a população, agentes de saúde estão fazendo visitas em diversos bairros. Além disso, a Prefeitura também está realizando um mutirão de limpeza nos bairros mais afetados pelo mosquito. Mais de 27 bairros receberão o mutirão.

Por fim, a chefe destaca: “Casos de dengue a gente sempre precisa procurar as unidades de saúde. Se você apresentar algum dos sinais clássicos da doença, que é dor no corpo, dor ao redor dos olhos, e febre, procure uma unidade de saúde mais próxima da sua casa”.