“Vão tarde, mas as marcas ficarão”, diz Edvaldo Magalhães ao comentar demissão de Mônica Feres

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), líder da oposição na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) comentou a respeito do pedido de demissão que deve ser apresentado pela secretária Mônica Feres e seus secretários-adjuntos. O parlamentar disse que Mônica “encerra de forma desastrosa um capítulo triste na história da gestão na Secretaria de Saúde do Acre”.

“Prepotência e arrogância, misturadas com incompetência e desconhecimento completo do terreno, fez o serviço em saúde entrar em colapso. A repercussão não é maior por conta do momento, ainda de lua de mel, propiciado pelo primeiro ano de governo. Muitos morreram pela ausência da assistência imediata. São inúmeros relatos espalhados por todo o Estado”, destacou Edvaldo Magalhães que vidas foram perdidas por conta do descaso com a Saúde Pública na gestão de Feres.

Sem nenhum vínculo com o Acre, Mônica Feres, Jorge Rezende e Faustino Marques devem deixar a pasta na próxima segunda. Neste sentido, o líder da oposição na Aleac argumentou que “as marcas ficarão”, de uma gestão baseada no autoritarismo.

“Ao partir, baterão a poeira dos sapatos e retornarão para suas freguesias. Não têm um pinto para dar água por estas terras. Certamente farão uma confraternização e vão rir muito da cara dos acreanos. Por aqui deram ordens, gritos e comandos. Uns lambe botas obedeceram, outros questionaram. Ao final, os responsáveis pelo desastre, nem desculpas terão coragem de pedir. Vão tarde, mas as marcas ficarão. Feridas abertas não cicatrizam facilmente. Vida que segue!”, encerra ele.

(Assessoria Parlamentar)