Whorkshop debate gestão do selo da indicação de procedência da farinha de Cruzeiro do Sul

A farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul foi a primeira no Brasil a receber Selo de Indicação Geográfica, sendo registrada como produto típico brasileiro. O reconhecimento atesta a qualidade e procedência do produto.

Com a certificação, desde 2018, o desafio das instituições ligadas ao setor produtivo e governo é de fortalecer o produto nos mercados locais, nacional e internacional. Pensando nisso, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embpa) realizou nesta quarta-feira, 16, um workshop para debater a gestão do selo da indicação de procedência.

“O selo diferencia o produto no mercado, pois o consumidor encontra nesse produto a garantia da origem, com as qualidades que a tradição consagrou. E, hoje, isso é muito valorizado no mercado”, destacou o pesquisador da Embrapa, Jorge Tonieto.

Para a produtora rural Maria José da Silva, da comunidade Alto Pentecoste, o selo é um resultado do trabalho dos agricultores. “Temos buscado melhorar cada dia mais nossa farinha, até porque, mensalmente nosso produto é avaliado. E esse selo é um marco”, celebrou.

Segundo o secretário de Agricultura de Cruzeiro do Sul, a Prefeitura tem investido no fomento agrícola. “Estamos na fase do pós selo, portanto, todas as entidades parcerias auxiliam os produtores na melhoria de processamento, fabricação e comercialização”.