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Tesoureiro do PP de Gladson é preso em Operação da Lava Jato

Por Redação Juruá em Tempo.23 de maio de 2016Updated:23 de maio de 20163 Minutos de Leitura
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Gladson PP
João Cláudio Genu, tesoureiro do PP de Gladson foi preso em Operação da Lava Jato. Gladson foi citado em delação de presidente da UTC, Ricardo Pessoa como beneficiário de esquemas de propinas.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira, 23, mais uma etapa da Operação Lava Jato, chamada Operação Repescagem. Dentre os alvos está o ex-assessor de José Janene (ex-PP, morto em 2010) João Claudio Genu, que foi preso preventivamente nesta manhã em Brasília. Janene foi um dos mentores do esquema de loteamento político na Petrobrás.

O nome da 29ª fase da operação faz referência ao fato de que Genu chegou a ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão, em 2012, mas nunca cumpriu a pena, pois a condenação para um de seus crimes prescreveu e ele acabou sendo absolvido de outro crime ao recorrer da sentença na Corte. A Lava Jato, contudo, descobriu que ele também teria atuado no esquema de corrupção na Petrobrás e, por isso, pediu sua prisão.

Segundo as investigações, Genu continuou recebendo repasses mensais de propinas, desta vez do esquema na Petrobrás, mesmo durante o julgamento do mensalão e após ter sido condenado, até o ano de 2013.

UTC
Foto: Base da Petrobrás de Cruzeiro do Sul-AC, alvo de investigações por suspeita de que a obra tenha sido superfaturada.

Janene foi o responsável pela indicação de Paulo Roberto Costa à diretoria de Abastecimento da Petrobrás durante o primeiro mandato do ex-presidente Lula. Costa foi preso na primeira etapa da operação, em 2014, e se tornou também o primeiro delator da investigação, revelando a existência de um esquema de loteamento político nas diretorias da estatal que envolvia o pagamento de propinas que variavam de 1% a 3% dos valores dos contratos da petrolífera para PT, PP e PMDB.

Ao todo estão sendo cumpridos 6 mandados de busca e apreensão, 1 mandado de prisão preventiva e 2 mandados de prisão temporária nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro e Recife.

Nesta etapa são investigados os crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e corrupção passiva e ativa envolvendo verbas desviadas do esquema criminoso na Petrobrás.

Genu foi, juntamente com Janene, denunciado no mensalão, acusado de sacar cerca de um R$ 1,1 milhão de propina em espécie das contas da empresa SMP&B Comunicação Ltda., do operador do esquema Marcos Valério, atualmente cumprindo pena de 37 anos de prisão em Belo Horizonte, para entrega a deputados do Partido Progressista no esquema do mensalão.

Genu foi condenado pelo Supremo por corrupção e lavagem, mas o crime de corrupção prescreveu e, posteriormente, o STF acabou absolvendo Genu do crime de lavagem na análise dos chamados embargos infringentes.

Os presos e o material apreendido devem ser levados ainda hoje para a PF em Curitiba.

Fonte: Estadão

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