Rio Branco, Acre, 24 de novembro de 2020

Artigo: Profissão Mentira

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por Leandro Altheman

Às vezes eu me pergunto se as pessoas que alegam minhas letras ‘agressivas demais’ contra Vagner Sales, se por acaso já assistiram a um comício do mesmo?

Um comício do coronel, além de derramar uma chuva de mentiras deslavadas e desinformação sobre o público, o faz da maneira mais odiosa possível. Como agente público, Vagner Sales, faz exatamente o contrário do que seria de esperar: ao invés de informar e esclarecer, simplesmente chafurda na mentira e no engano. E é disso que sobrevive sua carreira política.

A sua mais recente tem sido afirmar nos comícios que ‘não quer delegado, porque delegado prende todo mundo’. Eu me pergunto aos agentes da justiça, se é que restou algum aqui nessa cidade que não tenha família empregada, devendo favores ou frequentando, os churrascos na fazenda asfaltada com dinheiro público do coronel, se isso é permitido pela justiça eleitoral. Temos uma agente público mentindo sobre o papel de outro agente público.

O vômito segue, dizendo que ‘delegado perde 40 kg de droga na delegacia’. Ora, o caso ocorrido na delegacia geral, passa muito longe da responsabilidade de Carla, quando delegada da DEAM. Mais desinformação, mais mentira. Dá para poupar um sujeito desses?

Há quatro anos atrás, minha profissão me obrigou a assistir um desses comícios de Vagner. Me horrorizei com a quantidade de mentiras que são derramadas no público menos esclarecido, e de como o seu sucesso eleitoral depende exatamente disso.

Sua esposa Antônia, então deputada, teve o descaramento de dizer que ‘se Henrique ganhasse, iria mandar as máquinas da prefeitura de Cruzeiro do Sul para Rio Branco’. Vejam o nível. Simplesmente não é possível compactuar com esse serviço de desinformação e disseminação da mentira realizado por esses dois agentes públicos.

No mesmo comício, Vagner dizia ao seu público ‘que essa coisa de implantar o turismo aqui era uma grande mentira, porque o Parque Nacional da Serra do Divisor não ficava em Cruzeiro do Sul, mas em Mâncio Lima’. Vagnr já era o prefeito de Cruzeiro do Sul. Será que ele não sabia que parte do Juruá Mirim está dentro da área do PNSD? Duvido. É mentira mesmo.

Aqueles que acham meus textos agressivos, por acaso conhecem a história de Vagner Sales? Sobre o que ele falava, por exemplo, de Orleir Cameli quando deputado? Como é mesmo aquela: ‘Queria tirar o sangue da minha veia para não ser primo’. E teve outras, mais pesadas, que eu prefiro me resguardar. Alguém tem a ideia do que era Vagner Sales quando fazia oposição à João Tota?

Provavelmente não. Se soubessem saberiam também que minhas letras não chegam nem perto, das indecências que saem impunemente da boca de Vagner Sales.

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