Rio Branco, Acre, 20 de janeiro de 2021

Amazônia: Acre é destaque com políticas de conservação e sustentabilidade

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Famosa por suas riquezas naturais e biodiversidade, a Amazônia cobre a maior parte da Bacia Amazônica da América do Sul. São aproximadamente cinco milhões e meio de quilômetros quadrados distribuídos entre o Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa.

Mais da metade das florestas tropicais remanescentes do planeta encontram-se na Amazônia, que possui a maior biodiversidade em floresta tropical do mundo. É um dos seis grandes biomas brasileiros.

Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Roraima, Tocantins e parte do Moto Grosso e Maranhão são os estados que compõem a Amazônia Legal no Brasil, que representa 26% do território brasileiro.

No Acre, as políticas públicas ambientais, de conservação e exploração sustentável da floresta, resultam na constante diminuição do desmatamento. Em 2015, o Estado reduziu em 10% o seu desmatamento ilegal.

Com 87% de sua floresta preservada, o Acre tem utilizado as áreas abertas para gerar renda e fomentar a produção sustentável. O governo, por meio do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), tem desenvolvido sistemas que fomentam essas atividades florestais.

O Sistema de Incentivo aos Serviços Ambientais (Sisa) tem promovido a economia acreana, por meio da preservação e uso sustentável dos recursos naturais. A efetivação dessa política de baixas emissões de carbono, financiada pelo Banco Alemão KfW, tem elevando a melhoria da qualidade de vida das comunidades tradicionais e o crescimento de uma nova economia: a economia verde.

“Nos últimos dez anos, reduzimos o desmatamento ilegal em 67%, o que representa o sucesso de uma política pública que ocupa áreas abertas com produção sustentável”, observa a diretora-presidente do IMC, Magaly Medeiros.

Áreas Protegidas

(Foto: Diego Gurgel/Secom)
O Acre é o estado mais biodiverso da Amazônia, possuindo, ainda, florestas intocadas. Sua política ambiental garante que as maiores porções de terras sejam destinadas à manutenção, conservação e uso sustentável dos recursos naturais.

Mais de sete milhões de hectares do território acreano é destinado às áreas protegidas. Destes, 5,3 milhões de hectares são destinados às Unidades de Conservação e mais de 2,3 milhões de hectares para Terras Indígenas.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) gerencia oito unidades de conservação – Parque Estadual Chandless, Área de Relevante Interesse Ecológico Japiim Pentecoste, as áreas de proteção ambiental Igarapé São Francisco e Lago do Amapá, e as florestas estaduais do Antimary, Rio Gregório, Rio Liberdade e Mogno.

A criação e consolidação de áreas protegidas do governo do Estado, recebe o apoio do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) do Ministério do Meio Ambiente, do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNbio), WWF, cooperação alemã GIZ, Instituto HSBC Solidariedade, Fundo Amazônia e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

“Não é a toa que o Acre tem ganhado espaço no cenário mundial, temos trabalhado a nossa produção com muita responsabilidade e sustentabilidade. Nossas políticas protegem a biodiversidade, por meio do uso racional e saudável dos recursos naturais”, frisou o secretário de Meio Ambiente, Edegard de Deus.

Nesta segunda-feira, 5, comemora-se o Dia da Amazônia. A data foi escolhida por Dom Pedro II, como forma de homenagear a criação da Província do Amazonas.

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