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Ansiedade pode gerar hipertensão e problemas respiratórios; saiba tudo

Por Redação Juruá em Tempo.14 de outubro de 20164 Minutos de Leitura
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Um pouco de ansiedade faz bem? Há quem pense que uma dose mínima dela traz energia e “gás” para realizar as atividades do cotidiano. A psicoterapeuta Maura de Albanesi discorda dessa lógica. “Às vezes essas pessoas colocam ‘muito gás’ em pequenas coisas e acontece que essa energia acaba muito rápido. Então, é um equívoco achar que um pouco de ansiedade estimula a pessoa a realizar o que se deseja e precisa. Ocorre o oposto, ela se sobrecarrega, se estressa e o corpo sofre com isso”, explica.

Mas afinal, o que é ansiedade? Se trata de um traço comportamental? “Primeiramente, ansiedade é querer viver um futuro no agora. E é claro que é um futuro incerto. As pessoas ficam ansiosas pelo o que vai acontecer e não vivem o momento. A ansiedade também não é algo relacionado à personalidade, na verdade, se trata de um hábito”, destaca.

Causas

Para Maura, as principais causas da ansiedade são: o medo de viver o presente e a necessidade que a pessoa tem de controlar tudo o que acontece. ” Essas pessoas não querem se surpreender com nada, elas têm esse medo da vida, medo de viver, e a vida é uma surpresa diariamente. Para os ansiosos, tudo tem de estar pré-definido. Como nem sempre é possível essa programação, os ansiosos sofrem com a indefinição dos fatos e a impossibilidade de controlar o que pode ocorrer”, declara.

Malefícios

Pesquisas sugerem que a ansiedade afeta negativamente vários setores da vida, como o ambiente profissional, de acordo com estudo da Universidade Politécnica de Hong Kong. Maura, inclusive, ressalta que – geralmente – pessoas ansiosas são pouco produtivas. “O ansioso foca apenas no que ele quer alcançar no futuro, e então, a pessoa não consegue se organizar com o que precisa ser feito no presente. Tudo isso gera mais ansiedade. Ela vê que o tempo está passando e as coisas não estão acontecendo. Então, o ansioso vive uma agonia, por causa desse cenário”, destaca.

De forma geral, a ansiedade é altamente prejudicial à saúde e gera sintomas físicos, como elevação da pressão arterial, um descompasso cardíaco, além de haver processos respiratórios comprometidos. “Esses sintomas surgem devido ao estresse que essa pessoa sente. O ansioso vive sempre cheio de adrenalina e emite um comando/ordem para a mente, numa pressão constante. Em tudo o que faz, essa pessoa acelera ao máximo, o tempo inteiro, sem trégua. Isso gera um estresse, um cansaço, que afeta paulatinamente a energia psíquica”, explica.

Como tratar?

Maura destaca que o ansioso tende a procurar por ajuda profissional quando percebe que mal consegue dormir e não produz, pelo fato de haver um turbilhão de informações em sua mente. “Quando a pessoa se encontra num nível muito alto de ansiedade, a indicação é procurar um psiquiatra e utilizar o medicamento receitado pelo profissional. Em seguida, recomendo fazer uma psicoterapia”, afirma.

Em casos mais moderados de ansiedade, Maura ressalta que a pessoa não precisa ir ao psiquiatra, podendo procurar diretamente o psicoterapeuta, sem a necessidade da intervenção de remédios. Embora, o medicamento seja muito importante para reduzir e aliviar o estresse e mal-estar, causados pela ansiedade, é através do processo de autoconhecimento e autodesenvolvimento que a pessoa consegue, de fato, combater a causa-raiz do problema.

Maura também alerta quanto ao risco de desenvolver dependência em relação ao uso dos medicamentos psiquiátricos. “O remédio tira os sintomas e permite que a pessoa tenha uma vida aparentemente normal, ao aliviar o mal-estar. Com o tempo, a pessoa pode ficar dependente desse medicamento, sem falar que as causas não estão sendo combatidas. Portanto, o remédio não deve ser considerado como a alternativa de cura para a ansiedade”, declara.

 

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