Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Em Marechal Thaumaturgo, adolescente perdido na mata volta para casa graças aos fogos do Réveillon
  • Mailza diz estar preparada, destaca entregas da gestão e sinaliza conversa com Petecão
  • Jovem que sobreviveu à tragédia na BR-364 recebe alta médica; marca do cinto impressiona
  • Mulher é encontrada morta com corte no pescoço dentro de residência no interior do Acre
  • Mulher é executada com 6 tiros enquanto dormia com a filha; ex fugiu
  • Recolhimento do MEI sobe para R$ 81,05 em 2026
  • Primeira Superlua de 2026 pode ser vista neste sábado (03)
  • Eduardo Costa diz que comeu farinha de Cruzeiro do Sul e que vai voltar à cidade; veja vídeo
  • Myrian Rios defende Roberto Carlos após cantor sofrer críticas em show
  • De Sydney Sweeney a Hytalo Santos, as polêmicas de famosos que devem render em 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, janeiro 2
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Mais Notícias

Artigo:Sobre a crise civilizatória e os espelhinhos

Por Redação Juruá em Tempo.18 de agosto de 2017
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Realmente não consigo levar com seriedade ‘supremacistas brancos’ brasileiros.
Para os supremacistas do norte, não somos brancos, jamais seremos. Somos latinos, ibéricos, hispano-americanos. Ser mestiço é parte de nossa identidade.
Ainda assim, ouço as vozes de Charlolesville ecoando por aqui. Claro que seremos incapazes de promover algo como uma ‘homogenização da raça’. É infactível. Mas talvez caminhemos para algo como um auto-etnocídio enquanto nação e enquanto possibilidade civilizatória.
Somos um povo tão mestiço, que o simples ‘olhar no espelho’ deveria ser suficiente para afastar o fantasma do nazi-fascismo.
O Brasil só faz sentido enquanto nação, se for capaz de abraçar a diversidade étnico-racial que o compõe. Por isso nada mais contraditório do que uma ‘defesa da civilização brasileira’ que se baseie em uma concepção restrita do que é essa civilização e do que pode significar essa identidade brasileira.

Leia mais no blog Terranáuas

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.