Rio Branco, Acre, 5 de agosto de 2021

Leo de Brito comemora recuo do governo em relação a exploração de reserva amazônica

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Em sessão na Câmara Federal, o deputado federal Leo de Brito se pronunciou sobre o decreto que previa a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia. Militante da área ambiental e professor de direito ambiental, no curso de Direito, da Universidade Federal do Acre (Ufac), o parlamentar demonstrou indignação com mais um retrocesso promovido pela gestão de Temer.

“Esse governo ilegítimo vem colecionando uma série de retrocessos na área ambiental, seja com o enfraquecimento do licenciamento ambiental, com a redução de reservas extrativistas, como a do Jamaxim e tantos outros ataques ao meio ambiente e as populações tradicionais”, explicou de Brito.

Após sofrer forte pressão popular, o governo federal determinou a paralisação do polêmico decreto que, extinguia a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), por 120 dias. A atividade privada teria efeitos indiretos sobre as áreas preservadas. O decreto garantia a mineradoras privadas explorassem a área. Especialistas afirmam que somente a estruturação da operação de minério e seu escoamento causaria sérios impactos ambientais. A decisão do governo causou forte comoção nas redes sociais e clamor público.

“O Brasil está unido pela Amazônia. Não podemos deixar que esse governo, mais uma vez, ignore a opinião e o apelo da população e destrua outra parte do nosso maior patrimônio natural. O fato do governo ter recuado por alguns dias não pode deixar que a luta acabe aqui. Precisamos seguir pressionando e fazendo esse grande movimento de resistência”, conclamou o deputado.

ALEAC

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