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Artigo: Rocha, o literal

Por Redação Juruá em Tempo.24 de março de 2018Updated:24 de março de 20184 Minutos de Leitura
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Artigo

por Leandro Altheman

Uma anedota popular conta que um poeta palestrava para centenas de estudantes e explicava porque a literalidade, ou seja, interpretar metáforas e comparações ao pé da letra, era um dos maiores problemas da atualidade, por obrigar a linguagem a um senso cada vez mais restrito, sob pena, de começar uma terceira guerra mundial caso um líder, ao interpretar que ‘pau é pau e pedra é pedra’ se visse obrigado a lançar seus misseis de longo alcance.

“- A literalidade é o meteoro do século XXI e está prestes a nos atingir em cheio”, disse o poeta, e os estudantes se precipitaram às janelas para observar sua aproximação.

Rocha por exemplo, não é um mineral, não é uma pedra imóvel sobre uma pedreira esperando ser dinamitada, ainda que a interpretação que faça de uma postagem do assessor de comunicação do governo nos leve a acreditar que talvez pense como uma.

Respondendo a uma provocação de Rocha ao comparar o atual governo com a administração de Romildo Magalhães, Leonildo fez uma referência à administração desastrosa de Romildo, os constantes atrasos nos salários dos servidores e os motivos que o levaram ao governo. Romildo era vice de Edmundo Pinto, e assumiu após o assassinato deste, em um hotel em São Paulo. As mui diligentes investigações disseram se tratar de um latrocínio, apelando à boa vontade do povo em acreditar que os ladrões bateram justo lá, na porta do governador do Acre, para lhe roubar bugigangas. Mas ficou por isso mesmo.

Na postagem original diz:

“Ficou claro. Depois usar o tradicional golpe de capoeira para ser indicado candidato a vice de Gladson Cameli, Rocha foi escalado para bater nos adversários do senador.
Sem medida do ridículo, declarou que o atual governo seria pior do que o de Romildo Magalhães.
Para quem não lembra, Magalhães deixou os funcionários vários meses sem receber salário. O seu sucessor também deixou de honrar o compromisso com os servidores.
Alguém lembra o sobrenome do sucessor do Romildo?
Ah, Romildo assumiu na vaga deixada por Edmundo Pinto, o jovem governador assassinado em condições misteriosas num hotel de luxo em São Paulo.
Duas coisas que nem queremos pensar: em atraso de salários e em morte de governador para vice assumir.”

O máximo que se poderia acusar Leonildo é de que tenha usado de picardia para responder à provocação de um adversário político: o tipo de humor apimentado e ferino que somente engrandece o anedotário da política brasileira, mas nunca, uma ameaça de morte.

Sua palavras podem até ter algum ‘veneno’, mas não do tipo que pode matar caso ingerido inadvertidamente, é bom explicar logo.

Como as palavras vieram em resposta ao uma provocação anterior, pode-se dizer delas que ‘chumbo trocado não dói’, mas não, o sr. não precisa de um colete a prova de balas para se proteger.

Interpretar tal afirmação como um insinuação de que o mesmo estaria interessado em  matar o governador para assumir a vaga, extrapola até mesmo a literalidade: é um exercício de torturar as palavras, de fazê-las gritar até que confessem o crime que não cometeram. Mas ainda assim, não é caso de denunciá-lo aos direitos humanos por isso.

Ao pedir proteção à Polícia Federal, Major Rocha consegue mais um factóide na imprensa. Resta saber o que a PF vai achar da fábula.

Drax

Drax, o literal: ‘Por que eu passaria o dedo na garganta dele?’

Na cultura pop recente, um dos melhores exemplos de ‘literalidade’ é o personagem Drax, do filme ‘Guardiões da Galáxia’. Por alguma peculiaridade da cogniscência alienígena, Drax é incapaz de interpretar metáforas, que o faz parecer burro como uma pedra. O que aliás, também é uma metáfora: um burro é um burro (e não é tão ‘burro’ assim, nos diz a ciência), e uma pedra é uma pedra, que, até onde se sabe, não desenvolveu a faculdade de pensar.

 

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