Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Malafaia rebate Damares sobre lista de igrejas e pastores na CPMI do INSS
  • Atividade econômica do Brasil cresce 0,7% em novembro; no ano, agro puxa avanço de 2,4%
  • Cruzeiro do Sul lança edital para expositores do Carnaval Cultural Magid Almeida 2026
  • Primeira doação de órgãos de 2026 salva cinco pessoas no Amazonas
  • Bolsonaro passa 1ª noite na Papudinha e deve ser avaliado por médicos da PF
  • Delegada recém-empossada suspeita de envolvimento com o PCC é presa
  • Flamengo lança oficialmente a nova camisa para a temporada de 2026
  • Câmara aprova aumento de pena para crimes contra agentes de segurança pública
  • Governo convoca novos aprovados da Educação para posse no Acre; veja nomes
  • Polícia Civil cumpre três mandados de prisão em Mâncio Lima, incluindo condenação por estupro de vulnerável
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, janeiro 16
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

Munição usada para matar Marielle é de um lote vendido à PF em 2006

Por Redação Juruá em Tempo.16 de março de 20182 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

De acordo com informações do G1, a munição utilizada pelos criminosos que mataram a vereadora Marielle Franco (PSOL) com tiros de uma pistola calibre 9mm na quarta-feira (14) é de lotes vendidos para a Polícia Federal de Brasília em 2006. As conclusões são da perícia da Divisão de Homicídios feita pela Polícia Civil nesta quinta-feira (15). O lote de munição UZZ-18 é original, ou seja, ela não foi recarregada. As polícias Civil e Federal vão iniciar um trabalho conjunto de rastreamento.

Segundo a investigação, os lotes de munições foram vendidos à PF de Brasília pela empresa CBC no dia 29 de dezembro de 2006, com as notas fiscais número 220-821 e 220-822.

A polícia também investiga a participação de um segundo carro no assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes. Segundo os investigadores, quando a vereadora voltava de um evento na Lapa, esse veículo passou a seguir o carro de Marielle junto com um Cobalt com placa de Nova Iguaçu. As imagens não foram divulgadas pela polícia.

Ainda não foi informado o modelo desse outro carro nem se dele foram disparados tiros que mataram Marielle e Anderson.

Segundo a polícia, o Cobalt já estava estacionado perto da Casa das Pretas quando Marielle chegou para mediar um debate na noite de quarta-feira. No momento que o carro da vereadora estacionou, um homem saiu do Cobalt e falou ao celular.

Cerca de duas horas depois, Marielle foi embora no carro com uma assessora e o motorista. O Cobalt também saiu, piscou o farol e seguiu o carro de Marielle. De acordo com a investigação, no meio do caminho, o segundo veículo entrou na perseguição.

Em uma nova perícia feita no fim da tarde desta quinta-feira (15), ficou constatado que 13 disparos atingiram o veículo em que Marielle estava: nove na lataria e quatro no vidro.

*Com informações do G1

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.