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Coluna Palanque

Por Redação Juruá em Tempo.25 de junho de 20186 Minutos de Leitura
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Gladson, o viajante sem paz

O senador Gladson Cameli, pré-candidato ao Governo do Estado pelos partidos de oposição à Frente Popular do Acre, não tem mesmo nem uma semana de paz. Aquela que seria uma das grandes semanas de sua vida no romântico frio do velho continente europeu, se transformou num pesadelo. Ele foi à Genebra, capital da Suíça, representar o Senado brasileiro, na União Interparlamentar, uma organização internacional que havia realizado assembléia anterior, em 2017, em São Petersburgo, na Rússia, onde agora se realiza a edição deste ano da Copa Mundo, e teria aproveitado para permanecer no velho continente europeu além dos dois dias da realização da assembléia internacional, como fizera outras vezes em que dera uma escapadinha para assistir a partida final da liga dos campeões. Aliás, houve quem dissesse que, apaixonado pela Rússia, agora ele teria dado uma esticadela ao país do polêmico Wladimitir Putin, com a desculpa de ver pelo menos um dos jogos da Seleção Brasileira e, quem sabe, até tirar uma foto com o também polêmico Neymar. Seus aliados não o deixaram em paz.

MDB versus PP

Os problemas: Além de ter tirado uma foto em que aparece vestindo roupas com as cores da Seleção Brasileira, ao lado da esposa, o senador insinuou aos seus conterrâneos de Juruá que estivesse assistindo aos jogos da seleção canarinha em sua terra e não no belo continente europeu. Foi desmascarado pelas paisagens. Mas este não foi o único problema: é que os dirigentes dos dois principais partidos de sustentação da candidatura do senador ao Governo do Estado pelas oposições – MDB e PP – resolveram aproveitar sua ausência do Estado e da pré-campanha para, mais uma vez, imporem seus interesses.

 

Briga de foice no escuro…

Não fosse só a abissal diferença entre ele, Gladson Cameli, que faz campanha a partir do continente europeu, e Marcus Alexandre, o candidato da FPA que se notabilizou por subir e descer barrancas de rios, nas cidades, colônias e seringais, visitando todos os municípios acreanos, o quedebista se vê, dentro da coligação do parlamentar que sonha ser governador do Estado, é uma espécie de briga de foice no escuro, na qual, ao que tudo indica, não deve escapar ninguém, nem mesmo ele…    

 

A vingança emedebista

No que deus-nos-acuda em que se transformaram os bastidores da pré-campanha das oposições, com ou sem a presença do senador Gladson Cameli em terras acreanas, o MDB voltou a mostrar as suas garras. Todos lembram que, faz poucos meses, o MDB já havia sido derrotado pelo PSDB, quando os tucanos colocaram o pé na parede e não caíram no blefe de Flaviano ao ameaçar abandonar a coligação e impuseram o nome do deputado federal Major Rocha como vice de Gladson. Com a imposição, Flaviano e outros  caciques do MDB voltaram do blefe  com o rabo entre as pernas e declararam, forçadamente, após ver suas candidaturas ameaçadas por conta da fraca coligação, o apoio incondicional à candidatura de Gladson. Agora é a vez de o MDB velho de guerra dar o devido troco.

“Velho Lobo” uiva na floresta

Aproveitando a ausência de Gladson Cameli, que flauteia no inverno do leste europeu enquanto seus principais adversários fazem campanha na planície da floresta ou nas barrancas dos rios, o velho MDB de Flaviano Melo, que agora se identifica como um certo “Velho Lobo” – alusão a sua larga experiência política – quer forçar o PP a aceitar uma coligação com sua sigla para a disputa à Assembleia Legislativa. Com pré-candidatos a deputados estaduais, o MDB vai apresentar além da atual deputada Eliane Sinhasique, o vereador Roberto Duarte, a esposa do prefeito Vagner Sales – ou ele próprio – e a esposa do prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim.

PP não aceita o MDB

O descontentamento dos líderes do PP, o partido de Gladson Cameli, é que, a ser mantida a coligação como quer o cacique – ou “Velho Lobo” – Flaviano Melo, a agremiação corre o risco de perder a representação na Assembléia. É consenso dentro do PP que a proposta – ou imposta por Flaviano Melo – de coligação MDB-PP não será aceita porque o partido de Gladson tem a convicção de que pode vir a perder os seus dois deputados estaduais, Gerlen Diniz e Nicolau, este último que vem a ser, aliás, cunhado do pretende ao Governo pela agremiação. Além disso, uma coligação nos moldes do que quer MDB, acabaria por exterminar de vez a candidatura do experiente ex-deputado José Bestene, que soagressivonha ser eleito ao parlamento para de novo ser secretário de saúde num hipotético Governo de Gladson.  A propósito, é Bestene o principal dirigente do PP que bate o pé  contra uma possibilidade de aliança com o MDB para deputado estadual. Isso deverá ser fatal para o MDB, fazendo com que o MDB derrotado eleja apenas três deputados – e a ideia é que quem fique de fora seja a “pequena notável” Eliane Sinhasique.  

E tome peia

Na semana que passou, a quizília entre os dois partidos chegou a níveis de bas-fond, quando o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, conhecido por seu estilo violento,  agrediu um vereador ligado ao deputado estadual Nelson Sales, também do PP e pré-candidato a deputado federal.  Explicação para tamanha baixaria: Nelson Sales é um dos fiadores da reeleição de Gerlen Diniz, que tem um vereador aliado o qual não dar descanso Mazinho Serafim exatamente porque o prefeito é cabo eleitoral de sua mulher, Meire Serafim, exatamente na disputa por uma das vagas de deputado estadual por Sena Madureira.

 Chiquinho Scarpa ¿

Mas, voltando às viagens internacionais de Gladson Cameli,  já é possível dizer que até nisso ele se difere de Orleir, ex-governador do Estado de saudosa memória, e  seu tio. Orleir era um homem apaixonado pelo Acre, principalmente pelo Juruá, onde nasceu e viveu a vida inteira, e odiava viajar, segundo dizia aos amigos mais próximos, para longe de seus amigos e familiares, a quem amava verdadeiramente e não escondia isso de ninguém, mesmo sendo ele um dos homens mais ricos da região e que se relacionava com pescadores, outros trabalhadores e até mendigos. Mesmo quando se tornou governador do Estado, odiava fazer viagens ao exterior e por mais de uma vez chegou a perguntar a assessores mais próximos se suas viagens não poderiam ser evitadas, se alguém não poderia substituí-lo. Viajar, para o grande Orleir, era bom quando era para dentro da Amazônia, para dentro do Acre profundo. Já o sobrinho confunde a atividade política e o exercício de mandato de parlamentar com a vida de playboy. Pensa que é o Chiquinho Scarpa.

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