Início / Versão completa
Acre

Segurança realiza Operação Esforço Integrado nas fronteiras

Por Redação Juruá em Tempo. 02/07/2018 09:35 Atualizado em 02/07/2018 09:36
Publicidade

A região de fronteira do Brasil com a Bolívia e o Peru foi ocupada por militares e civis de oito instituições do Estado e da União. Cerca de 200 homens participam da Operação Esforço Integrado que teve início na manhã de sexta-feira, 29, em pelo menos quatro cidades da região do Alto Acre.

Publicidade

“A Operação Esforço Integrado conta não só com os efetivos das polícias do Estado e também as Federais e o Exército Brasileiro, tendo inclusive apoio de mais de 150 homens do lado boliviano nas cidades situadas na faixa de fronteira. Ações também que são replicadas no Peru”, ressaltou o coronel Glayson Dantas, secretário de Integração Operacional da Segurança Pública.

No Acre, a ação é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) em conjunto com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). A previsão é realizar pelo menos 24 horas de ação integrada nas fronteiras com tropas militares do Exército Brasileiro, Polícias Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF), e também as Polícias Civil (PC) e Militar do Acre (PMAC), além do Corpo de Bombeiros, Detran/AC e Instituto de Administração Penitenciária (Iapen).

Esforço Integrado

Coordenada pelo Ministério Extraordinário da Segurança Pública, a Operação Esforço Integrado já foi realizada em outros estados situados na faixa de fronteira, como Mato Grosso do Sul, Amazonas e Rondônia, e é fruto das reivindicações dos governadores dos Estados fronteiriços que cobram uma maior atuação da União no controle do que entra e sai do Brasil, buscando a garantia da soberania nacional e coibir crimes transnacionais.

Publicidade

Carta do Acre, assinada por mais de 20 governadores dos estados e do Distrito Federal, cobra uma maior atuação das forças federais no controle das fronteiras bem como a criação de um Sistema Nacional Integrado para compartilhamento de informações atuação conjunta nessas regiões e a liberação de verbas por meio de um Plano Nacional de Segurança Pública.

“Apesar de não ser nossa atribuição constitucional, não nos curvaremos ao narcotráfico e continuaremos sempre alertas e vigilantes no enfrentamento à criminalidade transnacional. As fronteiras precisam ser ocupadas pelo governo federal, pois do contrário a nossa luta contra as organizações criminosas, que buscam a ocupação do espaço territorial, será comprometida. É preciso cortar o mal pela raiz, impedir a entrada das drogas no nosso país”, completou o secretário de Segurança Pública do Acre, Vanderlei Thomas.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.