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Futuro governo de Gladson Cameli está em vias de se tornar refém de Vagner Sales

Por Redação Juruá em Tempo.23 de novembro de 20182 Minutos de Leitura
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‘Com a faca no pescoço’ é a expressão que usam nos bastidores para definir a condição de Gladson perante as investidas de Vagner Sales. Para tentar acalmar a fome insaciável de Vagner, Gladson teria (segundo o próprio Vagner), lhe oferecido uma assessoria especial que lhe daria plenos poderes na região do Juruá. Na prática seria uma espécie de ‘sub-governador’. 

Do seu jeito arrogante, Vagner já arrota nas esquinas de Cruzeiro do Sul que só aceita se puder nomear cada nome que irá compor o governo no Juruá, e aproveita para fazer ‘mangofa’ do ‘menino’ Gladson, como a ele se refere. 

Com isso, Vagner alimenta sua mística de ‘todo-poderoso’ do Juruá, capaz de hipnotizar a superstição popular.

Na ALEAC, Vagner tenta emplacar sua esposa, a vociferante Antônia Sales, mesmo que sua presença não seja assim, das mais agradáveis com quem lidar. 

Caso Gladson resolva ceder as pretensões de Vagner, terá sérios problemas pela frente. O primeiro a ser prejudicado será seu próprio partido, o PP. Na ALEAC, o nome do PP é Nicolau Jr. Caso Antônia Sales consiga se viabilizar na presidência, o que pode-se esperar é um apoio ao governo condicionado às exigências nada modestas dos Sales. 

Já o ‘secretário especial Vagner Sales’ teria todos elementos para destroçar a prefeitura de Ilderlei Cordeiro (PP) em Cruzeiro do Sul e de Isaac Pianko (recém-saído do PMDB e egresso no PP) em Marechal Thaumaturgo. Não é da índole de Vagner atuar como um mediador, alguém capaz de compor com as diferenças partidárias em prol de um bem comum maior, no caso, o governo Gladson. Vagner com toda certeza irá atuar colocando os seus em primeiro lugar, em segundo e em terceiro, como sempre fez, nem que para isso tenha de atropelar os ‘aliados’ do PP.

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