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Família quer arrecadar R$ 7 mil para comprar prótese a vendedora de salgados que teve perna amputada no Acre

Por Redação Juruá em Tempo. 10/12/2018 08:22 Atualizado em 10/12/2018 08:25
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Após ter a perna esquerda amputada, a vendedora de salgados Maria Francisca, de 45 anos, sonha em conseguir uma prótese para voltar a ter uma vida normal. Por isso, a família dela decidiu fazer uma campanha nas redes sociais e pedir ajudar para comprar a prótese que custa em média R$ 7 mil.

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Maria, que vive com a família em Sena Madureira, preparava e vendia salgados ao lado do filho Rennan Barreto, de 25 anos. A renda do trabalho custeava os gastos da casa. Porém, após a amputação, ela conta que não consegue mais ajudar a família.

“Eu me sinto uma inútil, pois é tudo pela mão dos outros. Se eu quiser uma água tenho que pedir, se quero ir no banheiro tenho que pedir. Me sinto inútil pois nunca foi assim. Eu trabalhava tanto, morava na colônia e depois vim morar na zona urbana, trabalhei como doméstica e agora tinha meu próprio negócio em que vendia salgados com meu filho. E agora aconteceu isso”, lamenta.

Barreto conta que a mãe foi diagnosticada com diabetes há cerca de 20 anos. Porém, apesar do conselho dos filhos, ela não fazia dieta. Há um ano e meio ela teve um corte no dedo do pé esquerdo, mas não buscou tratamento, apesar de a ferida não cicatrizar.

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“A gente é humilde, trabalhamos muito e acabou que nem notamos esse avanço da ferida. Quando nos demos conta já estava muito ferido. Foi de um cortinho no pé que ela acabou tendo de amputar a perna. A gente não tem renda, então ela continuou trabalhando e acabou não se cuidando”, conta.

A perna de Maria foi amputada há dez meses. Desde então, ela sonha em usar a prótese para voltar a trabalhar, ajudar o filho e ter uma vida normal. Por isso, o filho decidiu usar o Facebook dele para pedir as doações.

“Toda ajuda é bem-vinda. Estamos arrecadando o dinheiro e vamos levar ela em Rio Branco para retirar as medidas. Infelizmente, como ela era muito ativa, acostumada a trabalhar desde pequena, ela acabou ficando deprimida por precisar da ajuda dos outros. Com a prótese ela tem a chance de voltar a viver normalmente”, afirma. Com informações do Portal G1.

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