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Mais de 1,3 mil quilos de cocaína e maconha apreendidas em 2018 são incineradas no Acre

Por Redação Juruá em Tempo. 19/12/2018 15:02 Atualizado em 19/12/2018 15:03
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Mais de 1,3 mil quilos de cocaína e maconha que foram apreendidas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) durante o ano de 2018 foram incineradas na manhã desta quarta-feira (19). A ação ocorreu em uma cerâmica no km 6, da Estrada Transacreana, em Rio Branco.

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O secretário de Segurança Pública, Carlos Flávio Portela, destacou que a incineração é fruto do resultado de todas as ações da Polícia Civil na capital, no interior do estado, e nos núcleos do Grupo de Repressão a Entorpecentes.

“Estamos incinerando o principal ativo que fomenta toda essa violência, todos os crimes de homicídios no nosso estado, pois o tráfico fomenta armas, mortes e todos os crimes mais graves que estamos enfrentando. Então, isso é muito importante, o apoio do Ministério Público e também do Poder Judiciário são muito importantes”, destacou Portela.

A juíza da Vara de Delitos e Drogas, Maria Rosinete Reis, falou da parceria do Judiciário com as Polícias Civil e Militar e explicou que o órgão auxilia nos processos de investigação expedindo mandados de busca e de prisão.

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“Há muito tempo a lei de drogas prevê a possibilidade de fazermos a incineração sem a necessidade do trânsito em julgado. Ema vez que a droga é apreendida ela é submetida ao respectivo exame e, a partir do momento que já há um laudo para caracterizar a materialidade delitiva, é dispensável que fique acumulando grandes quantidades de droga na Polícia Civil, pois isso acaba colocando em risco a própria instituição”, explica.

Apesar da grande quantidade de droga apreendida durante o ano e que foi incinerada, o delegado de Polícia Civil Pedro Resende afirma que o trabalho da equipe não para e que novas apreensões devem ser feitas.

“A droga apreendida no Acre não tem origem no estado, não é produzida e nem fabricada no Brasil, ela vem a fronteira. A cocaína é do Peru, na grande maioria, e a maconha vem do Paraguai. É uma droga que entra no território nacional e que nós combatemos aqui”, completou. Com informações do Portal G1.

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