Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • No Acre, ‘picolezeiro’ que caminha 20 km por dia doa o pouco que tem e é surpreendido; assista
  • Da curiosidade à ação: jovem acreano aposta na educação ambiental e propõe mudanças reais
  • Paciente que teve intestino perfurado em laqueadura ganha R$ 30 mil de indenização
  • União autoriza repasse de R$ 27 mil para ações de Defesa Civil em cidade do Acre
  • Antonio Fagundes retorna às novelas após sete anos: ‘Está sendo muito gostoso’
  • Aline Campos publica carta aberta após ser eliminada no BBB26: ‘Verdadeira comigo’
  • Maior parte dos rios do Acre segue acima da média histórica para o período, aponta monitoramento
  • Indígena é ferido por disparo acidental durante caçada em Mâncio Lima
  • No AC, auditores do TCE visitam maternidade para verificar escalas de plantões
  • Lula conversa com Trump e pede mudanças em Conselho da Paz
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, janeiro 27
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

Ministra da Agricultura diz que índios serão ouvidos e Amazônia preservada

Por Redação Juruá em Tempo.18 de janeiro de 20193 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Mesmo sendo ministra da Agricultura do presidente da República que diz que vai usar terras dos índios para produzir e não tem compromisso com a floresta da Amazônia, mas apenas com os agronegócios que foremnela impulsionados, a deputada federal licenciada Tereza Cristina deu entrevista nesta quinta-feira, 17/01, para o jornal Correio Braziliense, da capital federal.

Na entrevista, a ministra jura de pés juntos que os índios serão ouvidos pelo atual governo e a maior, mais rica e mais bonita floresta tropical do mundo será preservada. Tereza Cristina também se comprometeu em adotar novas práticas no ser agrícola para favorecer os produtores rurais, sobretudo os pequenos.

Leia os trechos da entrevista que a ministra concedeu ao principal jornal de Brasília que tem a ver diretamente com os nove estados da região da Amazônia Legal. Se ela vai colocar em prática suas promessas, só veremos lá na frente com o desenrolar da gestão do atual governo. Se não cumprir tais promessas, pelo menos serão cobradas lá na frente pela mídia nacional e internacional. Veja a entrevista completa clicando no link.

Uma das preocupações é a demarcação de terras indígenas. Como vai ser isso? Há um risco de revisão das áreas já demarcadas? Como ficarão os índios mais isolados?

A grande maioria dos mais isolados já tem as suas terras com abundância. Hoje, 13% do território nacional é terra indígena. Nós só usamos 9% para a agricultura. O grande problema não são os índios isolados, mas as áreas das cidades. Em São Paulo, por exemplo, o Vale do Anhangabaú é dos índios. Em Santa Catarina, o Morro dos Cavalos. Esse é o problema. O conflito é que já tem gente lá. Precisamos harmonizar isso para ter um entendimento legal. Hoje, tudo se judicializa. Precisamos de leis claras que definam o marco temporal para as demarcações.

Os índios serão ouvidos?

Com certeza. Eu tenho recebido muitas mensagens. Na Frente Parlamentar de Agricultura, conversei muito com os índios nos últimos três anos. É claro que há os radicalmente contra qualquer mudança. Há outros que querem ser ouvidos e dizem que querem falar diretamente, sem intermediários. No Incra, vamos ter departamentos para cuidar disso. 

Nós vamos preservar a Amazônia ou haverá avanço do desmatamento?

Vejo uma grande preocupação principalmente dos militares, como o general Heleno e outros que conhecem a Amazônia. Eu nunca vi alguém falar que quer tirar. Há uma grande confusão proposital: que o ministério vai abrir a Amazônia para a agricultura. Não é verdade. Muito pelo contrário. Nós temos que ter uma discussão bem-feita, séria e técnica do que é Amazônia e do que é Amazônia Legal, que vai até a divisa com Mato Grosso do Sul. Essa extensão foi feita por causa da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), que é um programa de crédito. O estado queria ficar com os benefícios, assim como, no ano passado, passou no Congresso uma extensão de área para Minas Gerais sob o guarda-chuva da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste). Isso tudo avançou pelos benefícios e não pelo bioma. Tem que ter muito cuidado nessas discussões. Ninguém vai abrir a Amazônia, mesmo porque produzir lá é muito complicado, pode desertificar a região. Temos terras de sobra para produzir fora da Amazônia e aumentar a produtividade.

 

Por Romerito Aquino – Expressso Amazônia

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.