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Idosa que morreu em avião no AC ia fazer cirurgia para trocar bateria de marca-passo no PR

Por Redação Juruá em Tempo.19 de fevereiro de 20194 Minutos de Leitura
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A idosa Sebastiana Mendes de Oliveira, de 66 anos, ia fazer uma cirurgia em Curitiba, nesta terça-feira (19), para trocar a bateria do marca-passo. A passageira morreu a bordo do voo 3183 da Latam, na madrugada desta segunda-feira (18), quando viajava de Rio Branco para Brasília. 

A idosa era servidora da Saúde e estava afastada para tratamento. Ela sofria de arritmia cardíaca e fazia os procedimentos pelo Tratamento Fora do Estado (TFD). A família acredita que a Saúde do Acre foi negligente ao demorar marcar a viagem da idosa e não disponibilizar um avião com suporte necessário. 

Por meio de nota, a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) informou que a paciente era inserida na Central Nacional de Regulação (CNRAC), que é administrada pelo Ministério da Saúde. O sistema fez o agendamento para Sebastiana ser atendida por um médico no Hospital de Base de Porto Velho, no dia 17 de janeiro. 

“Ocorreu que no dia 15 de janeiro, o Hospital de Base informou que não haveria possibilidade de atendimento por causa da necessidade da troca de um gerador. A paciente, então, foi inserida novamente na CNRAC e oito dias depois foi autorizada a ida dela para o estado do Paraná, com data para o dia 19 de fevereiro”, ressaltou. 

A Sesacre destaca que fez todos os procedimentos necessários para que a paciente fosse atendida. Contudo, as vagas são reguladas pela CNRAC, que é controlada pelo Ministério da Saúde e fora da competência da secretaria.

Demora

Um parente da idosa, que pediu para não ter o nome divulgado, contou que ela usava o marca-passo há oito anos. A revisão do aparelho, que era feita anualmente por um médico em Rio Branco, passou a ser feita em Porto Velho (RO) por um tempo e desde o final do ano passado estava sem manutenção por falta de médico. 

“Foi um médico para Porto Velho ler o marca-passo dela e a Saúde do Acre encaminhou ela para fazer as manutenções. Fez duas vezes lá em Porto Velho. Por último não veio mais médico e o governo do Acre não conseguiu marcar a cirurgia em outro estado”, contou. 

Na última vez que esteve com o médico, Sebastiana ouviu que tinha usado apenas 2% da bateria do aparelho. Porém, o prazo de validade da bateria estava próximo de vencer e a família começou uma luta contra o tempo para o Tratamento Fora do Domicílio (TFD) do Acre conseguir um médico em outro estado e encaminhar a idosa. 

“Esse marca-passo vai vencer porque tem uma quantidade de tempo, que eu não sei, para trocar a bateria. A filha dela ligou avisando que ela não estava bem, para marcarem a viagem e arrumar o hospital certo para ela ir. E eles não agilizaram”, reclamou.

Saúde foi piorando

Ainda segundo a parente, o TFD marcou a passagem para a idosa trocar a bateria do marca-passo para o domingo. Enquanto esperava, a idosa saiu de casa, em Rio Branco, e passou a morar em Extrema (RO) com uma das filhas. 

Na sexta-feira (15), Sebastiana passou mal e foi encaminhada por um médico de Extrema para a capital do Acre, onde ela foi atendida e liberada. 

“Viram que ela não estava melhorando e mandaram para Rio Branco de ambulância, ficaram a madrugada em Rio Branco, mas deram alta para ela. Quando foi ontem [domingo,17] pegou o ônibus para Rio Branco para pegar o avião e ir para o Paraná. Sabiam que estava ruim, tinham todos os laudos médicos e ficaram enrolando”, relatou. 

O corpo de Sebastiana vai ser enterrado em um cemitério de Extrema, que fica a 180 quilômetros de Rio Branco. A família acredita que houve negligência por parte da Saúde.

“Sei que poderiam ter feito mais pela saúde dela, poderiam ter providenciado um avião para levar ela porque precisava de oxigênio e no avião não tinha isso. O médico ainda autorizou ela a viajar sabendo que não tinha autorização”, criticou.

Por Aline Nascimento e Iryá Rodrigues – G1

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