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Pupilos de Marcio Bittar custarão ao erário público mais de meio milhão de reais por ano

Por Redação Juruá em Tempo.24 de fevereiro de 20192 Minutos de Leitura
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O senador eleito pelo MDB do Acre, Marcio Bittar, é um homem que dá muito valor à família – sobretudo à sua própria. E a prova está na decisão de reservar aos parentes os melhores cargos no serviço público.

Assim que assumiu o mandato, Bittar tratou de nomear o sobrinho, Felipe Espinosa de Oliveira, como assessor parlamentar, referência SF02, com rendimento mensal de R$ 17.319,31. Nada mal para quem nem mesmo reside no Acre, e só costuma aparecer por aqui em período de campanha eleitoral.

Antes de acomodar o sobrinho, Marcio já havia garantido para o filho, João Paulo Bittar, de 26 anos, a chefia de um departamento do Instituto de Assistência e Inclusão Social da administração pública estadual. Salário: R$ 10,5 mil.

O fiel escudeiro do senador do MDB, Edson Martins Siqueira, irmão de criação do parlamentar, e que por isso faz questão de se apresentar como Edson Bittar, também foi beneficiado por um cargo de fazer inveja a inúmeros correligionários de Gladson Cameli. Guindado ao posto número 2 do Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (Depasa), ele passou a embolsar R$ 16,2 mil por mês.

Juntos, os pupilos de Marcio Bittar custarão ao erário público mais de meio milhão de reais por ano (incluindo o décimo terceiro salário, fora o abono de férias) – ou cerca de R$ 572 mil.

Considerando que o rebento de Bittar nunca desempenhou função pública, e que Edson Siqueira, nas últimas décadas, só se ocupou das campanhas eleitorais do irmão, pode-se afirmar que a nomeação de ambos está longe de ter se baseado em critérios técnicos, conforme alardeou o governador durante o período de montagem do seu staff governamental.

Quanto ao sobrinho, Felipe Espinosa – que carrega o sobrenome da esposa do senador –, ele já havia sido contemplado com um cargo quando Bittar assumiu mandato na Câmara Federal, em 2011.

Fonte: ac24horas

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