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Governo decreta emergência ambiental e libera contratação de 30 brigadistas no Acre

Por Redação Juruá em Tempo. 15/04/2019 17:04
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O ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles decretou emergência ambiental no Acre entre os meses de abril e novembro deste ano. A portaria foi publicada na terça-feira (9) no Diário Oficial da União.

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Com o decreto, o Ministério autorizou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) no Acre a contratar, temporariamente, 30 brigadista pelo período de seis meses.

Em todo país, são 2.520 mil brigadistas temporários. Os profissionais devem atuar no atendimento e combate de emergências ambientais durante os incêndios ambientais.

O superintendente em exercício do Ibama no Acre, Sebastião Santos da Silva, informou que o decreto é assinado anualmente pelo governo federal para garantir a contratação temporária de brigadista. Segundo ele, ainda não foi iniciado o processo de seleção dos profissionais.

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“O Ibama desenvolve todos os anos o Programa Nacional de Prevenção e Controle de Queimadas e Incêndios Florestais. E, para a execução desse programa, o órgão trabalha com emprego de brigadas que são compostas por 15 a 30 brigadistas. Eles são contratados temporariamente de maio a novembro, que é o período crítico de ocorrências de incêndios e queimadas na região”, disse o superintendente.

Conforme Silva, no Acre, existem duas brigadas, sendo uma em Brasileia e outra em Sena Madura com 15 brigadistas em cada para atuarem nas regiões do Alto Acre e Purus.

“Como o decreto foi publicado agora, a gente vai iniciar o processo seletivo. Vai ser feito a publicação de um edital estabelecendo os critérios exigidos. O pessoal que for selecionado vai passar por um treinamento e só depois disso é que vão ser selecionados os 30 finalistas”, informou Silva.

Decreto

O decreto considera as metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Mudanças do Clima, referente aos planejamentos para reduzir a emissão de gás carbônico liberado em queimadas e incêndios florestais.

Conforme o documento, o governo considerou ainda o início do período de seca em diversas regiões do país. Segundo o documento, é nesse período que aumenta o risco de ocorrência de queimadas e incêndios florestais, o que caracteriza alto risco ambiental.

A publicação ressalta que existem ações de prevenção e combate aos incêndios florestais que devem ser utilizadas durante o ano no Plano Nacional Anual de Proteção Ambiental (PNAPA).

Por Iryá Rodrigues – G1

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