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Após barco explodir em rio no Acre, Marinha e Antaq fiscalizam portos de cidades no interior

Por Redação Juruá em Tempo.21 de junho de 20192 Minutos de Leitura
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Após o acidente com um barco que explodiu no Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, interior do Acre, a Marinha e a Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq) fizeram, nesta quinta-feira (20), abordagens a donos de embarcações que transportam passageiros e cargas nos portos de Cruzeiro do Sul e e Rodrigues Alves. O foco principal da ação era impedir que operações irregulares sejam feitas nos rios do interior.

Além de orientar os navegantes, os órgãos de fiscalização também barraram as embarcações que viajavam em situação de risco. O acidente ocorreu no último dia 7, quando um barco explodiu no momento em que era abastecido por um caminhão-pipa. No total, 18 pessoas ficaram feridas, sendo que quatro não resistiram aos ferimentos e morreram dias depois.

Embarcações irregulares

Só no porto de Rodrigues Alves, mais de 20 embarcações fazem a travessia de carros e passageiros. Mas, durante a fiscalização, os técnicos da Antaq e da Marinha identificaram apenas 10 com documentação em dia e que atendem às recomendações para realizar as atividades.

“As que estão sem a documentação exigida serão paralisadas até que apresentem os documentos necessários”, disse o técnico da Antaq, Denivaldo Gomes.

Durante a fiscalização também foram abordados ribeirinhos navegando sem os equipamentos de segurança. O agricultor Raimundo Nonato Silva levava duas crianças e todos estavam sem o colete salva-vidas, que é obrigatório para viajar pelo rio.

“É costume de todo mundo viajar sem colete. Agora, se sempre esse pessoal tivesse por aqui fazendo essa fiscalização, todo mundo ia usar”, disse o agricultor, que foi liberado para seguir viagem, mas recebeu a recomendação para providenciar o colete.

Outra embarcação que seguia para Marechal Thaumaturgo foi impedida de continuar viagem por ter várias irregularidades. Além de muito lotado, o barco não tinha espaço para acomodar todos os passageiros.

Por Mazinho Rogério
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