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Mãe da criança que morreu após ser alimentada pelo pai e avó cobra celeridade da justiça

Por Redação Juruá em Tempo.10 de junho de 2019Updated:10 de junho de 20192 Minutos de Leitura
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A enfermeira Micilene Souza, mãe da pequena Maria Cecília que foi a óbito após ser alimentada indevidamente pelo pai e a avó, cobra que a justiça dê mais celeridade ao caso. A criança faleceu em março deste ano e, até o momento, a família ainda aguarda a conclusão do inquérito e dos laudos.

“Já se passaram três meses e o inquérito ainda não foi concluído. Não sabemos a quantas andam os laudos. E tudo isso deixa a gente muito ansiosa. Eu só quero que a justiça seja feita”, endossa Micilene.

Maria Cecília morreu no Dia Internacional da Mulher, 8 de março. A mãe, Micilene Souza, e a filha estavam em Rio Branco, à época, para realizar o exame de paternidade exigido pelo policial federal Dheymerson Cavalcante, pai da criança.

De acordo com o laudo de óbito do Instituto Médico Legal (IML), a criança faleceu devido uma insuficiência respiratória, obstrução das vias áreas e bronco aspiração. A menina foi alimentada com leite artificial, pelo pai e avó que sabiam que ela não poderia ingerir esse tipo de alimento, apenas leite materno.

Para Miciline, a motivação do possível crime seria o pagamento de uma pensão alimentícia que Dheymerson teria que pagar à filha. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) e está sob o comando do delegado Martin Hessel.

“Ouvi falar que ele [Dheymerson] e mãe e estão em Maceió, enquanto eu aguardo sem sofrimento pela conclusão desse caso. Só quero que a justiça seja feita. Minha filha não merecia nada disso”, frisou Micilene.

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