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Ministro do Meio Ambiente diz que ligação do Juruá com o Peru é possível

Por Redação Juruá em Tempo.27 de junho de 20194 Minutos de Leitura
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Ricardo Salles chega a Cruzeiro do sul esta tarde para se encontrar com prefeitos e lideranças indígenas para discutir impacto ambientais do prolongamento da rodovia

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse, na manhã desta quinta-feira (27), em Rio Branco, que os pleitos da população do vale do Juruá pelo prolongamento da BR-364 ligando a região à cidade de Pucallpa, no Peru, serão profundamente avaliados pelo Governo e, se houver viabilidade econômica, serão realizados. A declaração do ministro foi feita em entrevista exclusiva à O Juruá Em Tempo, ainda na capital

O ministro chegou ao Acre para agendas em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Xapuri. Ele chegará a Cruzeiro do Sul dentro de instantes e deverá se dirigir a Mâncio Lima, à Aldeia Indígena Poyanawa, na qual se reunirá com lideranças da região. Deverão participar do encontro os oitos prefeitos dos municípios do Vale do Juruá e lideranças indígenas locais, de Tarauacá e Envira.

A reunião já será em torno da possibilidade de prolongamento da rodovia até Pucallpa, por dentro da floresta. O governador Gladson Cameli, que acompanha o ministro, disse, também em Rio Branco, que o prolongamento da rodovia e a ligação com o Peru são perfeitamente possíveis e que o Acre vai se empenhar na realização da obra. “O que vai acontecer esta tarde, em Mâncio Lima, será a primeira de uma série de reuniões com o objetivo de realizarmos o sonho da integração terrestre com o Peru. Estive recentemente no Peru e posso dizer que a ligação com o Brasil, através do Acre, no Juruá, também é um sonho dos peruanos. Um sonho de dois países. Se dois países querem, isso pode ser perfeitamente realizado”, disse o governador. “O que posso garantir é que vamos começar esta obra assim que concluirmos as obras inacabadas e herdadas por governos anteriores”, acrescentou. Gladson Cameli afirmou ainda que o ministro Ricardo Salles tem sido parceiro do Acre dentro do governo federal e tem procurado atender os pleitos do Estado, em Brasília. A ligação com o Peru, um dos projetos do governo do Acre, é uma ideia difundida pelo senador Márcio Bittar (MDB-AC) e, como ele diz, um dos eixos de seu mandato. O outro, acrescenta, é a busca de solução para o que considera o maior problema ambiental do Acre, que são as cheias e as vazantes em todo o período estival em que o rio praticamente seca – como agora, que está com menos de dois metros de lâmina de água. Além disso, o rio enfrenta problemas de poluição, com os dejetos dos esgotos da cidade sendo jogados em seu leito, sem nenhum tipo de tratamento.

O ministro Ricardo Salles, acompanhado do governador e de Márcio Bittar, além dos senadores Sérgio Petecão (PSD) e Mailza Gomes (PP) e do deputado federal Alan Rick (DEM-AC), esteve no local onde os dejetos e se mostrou impactado com o que viu. “Nem é preciso ser ambientalista ou ecologista para saber que isso aqui está errado. O Estado não pode ser ele mesmo um poluidor da natureza. Quem construiu o Canal poderia ter muitas preocupações, mas não se preocupou com o meio ambiente e muito menos com o rio Acre”, disse.

Das margens do rio Acre, na localidade próxima ao Mercado “Elias Mansour”, no bairro da Cadeia Velha, o ministro retornou ao aeroporto de Rio Branco para embarcar para Cruzeiro do Sul, onde vai conhecer parte do trecho da BR-364 rumo ao projeto de ligação com o Peru e se reunir com os prefeitos e lideranças indígenas da região. Ele retorna a Rio Branco para, nesta sexta-feira (28), ir a Xapuri, terra onde nasceu e morreu o líder seringueiro e ambientalista Chico Mendes. O ministro vai conhecer uma colocação da reserva que leva o nome do sindicalista.

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