Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Amigos fazem vaquinha para custear tratamento de empresária acreana diagnosticada com câncer
  • Ex-goleiro Bruno, do Flamengo, tem 5 dias para comparecer à Justiça
  • Covid-19 mata 29 pessoas em janeiro no Brasil
  • Cidades do Acre recebem quase R$ 3,9 milhões para ações com migrantes e refugiados; veja valores
  • Lula assina MP que libera FGTS a entidades filantrópicas
  • Tratamento da diabetes no SUS vai mudar? Entenda!
  • Acre e Rússia discutem parceria para instalação de indústria de biofertilizantes e instituto tecnológico
  • Inmet alerta para chuvas intensas e ventos fortes em todo o Acre
  • Governo regulamenta projeto de Pedro Longo com foco no combate à corrupção
  • Homem é morto a tiros em ramal na zona rural de Mâncio Lima
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, fevereiro 7
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque 2

Corrupção envolvendo obras da BR-364 no Acre e Rondônia pode chega a R$ 3,5 bi

Por Redação Juruá em Tempo.10 de julho de 2019Updated:10 de julho de 20192 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Duas pessoas foram presas em Rio Branco e levadas para a delegacia da Polícia Federal em Rondônia, mas seus nomes são mantidos em sigilo

 

Pode ser muito maior do que o noticiado até aqui o escândalo envolvendo o DNIT (Departamento Nacional de Transporte e Infraestrutura), órgão do extinto Ministério dos Transportes, e empresas envolvidas em obras de pavimentação asfáltica e conservação na BR-364 nos estados do Acre e Rondônia. Pelo menos duas pessoas, cujos nomes a Polícia Federal mantém em sigilo absoluto, foram presas em Rio Branco (AC0, na manhã desta quarta-feira (10), e levadas para a delegacia do órgão em Epitaciolândia. O esquema, nos últimos quatro anos, pode ter sido responsável por desvios na ordem de R$ 3,5 bilhões, informou a assessoria de imprensa da CCG (Controladoria Geral da União), cujos técnicos, como também do MPF (Ministério público federal), participam das operações da PF. A operação foi batida de “Mão dupla”.

A corrupção envolvia pagamentos irregulares feitos diretamente por agentes públicos a serviço do DNIT, com valores absurdamente majorados. Há trechos com previsão de 2cm de altura de manta asfáltica para os quais foram pagos valores correspondentes a 25cm, – ou seja, o equivalente a 12,5 vezes mais do que o executado. Até a data da deflagração da operação, em apenas um dos contratos vigentes em Rondônia, constatou-se prejuízo de mais de R$ 10 milhões, mas nos últimos 4 anos, a soma dos contratos firmados entre a empresa e o consórcio alvos da operação com as superintendências estaduais e com a sede nacional do DNIT supera o montante de R$ 3,5 bilhões.

As duas presas no Acre fazem parte de uma lista de seis mandados de prisão e dez de busca e apreensão que estão sendo cumpridos em Rondônia e no Acre.

 

 

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.