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Juízes mantem supersalários e aposentadorias, enquanto defendem a Reforma da Previdência

Por Redação Juruá em Tempo.18 de julho de 20193 Minutos de Leitura
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Enquanto juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) ganham supersalários, além de muitos outros luxos, como o auxílio-moradia, também podem se aposentar com um benefício infinitamente mais alto do que o resto da população. Recentemente, os ministros do STF tiveram um aumento em torno de 6 mil reais em seu salário, que passou de cerca de 33 mil para cerca de 39 mil. A justificativa apresentada para defender este aumento é que a categoria estava em reajuste há muito tempo.

Do outro lado, a imensa maioria da população tenta sobreviver com salários de fome e muitas categorias não veem um reajuste há anos. Em estudo recente do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio mostrou que a renda média do brasileiro é de R$ 2.182, quase 20 vezes menor do que o salário de um ministro do STF. Quando se trata da aposentadoria, o cenário também se repete: o valor médio da aposentadoria do Judiciário, não apenas do STF, é de 18.065,40, enquanto a aposentadoria média dos demais trabalhadores foi de 1.271,88.

É neste cenário praticamente dicotômico, onde 50% da população vive com menos de um salário mínimo, que senadores aprovam o aumento de ministros do STF, que comandam a política do alto escalão do judiciário e que não são eleitos por ninguém. Esta casta da toga, que vive uma vida de luxo enquanto uma cada três casas no Brasil não tem acesso à saneamento básico.

Defensores da reforma da previdência, este judiciário racista que encabeçou duríssimos ataques contra os direitos democráticos da classe trabalhadora, agora estará ao lado dos capitalistas e do imperialismo para travar a luta pela aplicação da reforma das reformas. Ao passo que aposentam jovens com benefícios muito maiores do que qualquer trabalhador médio irá sonhar, estarão focados, bem como o governo Bolsonaro, em garantir o fim de uma aposentadoria digna para os brasileiros.

Argumentando contra os “privilégios”, os defensores dessa reforma usam de toda hipocrisia para tentar vender como positiva a reforma da previdência, quando na realidade, como mostram os estudos do IBGE, os privilégios estão para aqueles que não serão afetados pela reforma: juízes e militares. É preciso lutar contra todos os privilégios dos “senhores da toga” que fazem como bem querem o jogo político para garantir que o pagante da conta da crise seja o trabalhador e o povo pobre.

Esses juízes, ganham bonificações por terem idade para aposentar e ainda não entrarem no regime, um valor bônus de R$3.713,93 em seus salários, além de se aposentarem com o valor integral, muito longe da maioria da população, que em sua maioria ganha apenas 1 salário mínimo, que não chega à R$1.000.

Para isso, juízes deveriam de imediato serem eleitos para seus cargos e ter revogabilidade também garantida. Para combater os altos salários e benefícios que nenhum outro trabalhador tem, todo juiz deveria ganhar o mesmo salário de uma professora. A máscara da Lava-Jato como uma operação contra a “corrupção” veio à baixo quando Sérgio Moro aceitou o cargo de ministro de Bolsonaro, mostrando que o objetivo político real da operação era intervir na política brasileira garantindo os interesses da burguesia, atacando os trabalhadores. Assim, para que de fato os crimes de corrupção sejam resolvidos, é preciso que os trabalhadores estejam a frente desse processo, julgando por juri popular e que toda empresa envolvida em escândalos de corrupção seja estatizada.

Dias Toffoli, atual presidente do STF e pró-reforma da previdência, defendeu que o aumento dos juízes era na realidade um “reajuste” salarial por conta da inflação.

 

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