Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Amigos fazem vaquinha para custear tratamento de empresária acreana diagnosticada com câncer
  • Ex-goleiro Bruno, do Flamengo, tem 5 dias para comparecer à Justiça
  • Covid-19 mata 29 pessoas em janeiro no Brasil
  • Cidades do Acre recebem quase R$ 3,9 milhões para ações com migrantes e refugiados; veja valores
  • Lula assina MP que libera FGTS a entidades filantrópicas
  • Tratamento da diabetes no SUS vai mudar? Entenda!
  • Acre e Rússia discutem parceria para instalação de indústria de biofertilizantes e instituto tecnológico
  • Inmet alerta para chuvas intensas e ventos fortes em todo o Acre
  • Governo regulamenta projeto de Pedro Longo com foco no combate à corrupção
  • Homem é morto a tiros em ramal na zona rural de Mâncio Lima
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, fevereiro 7
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»NOVIDADES 1

Morador de comunidade rural perde velório de sua mãe por falta de transporte de emergência

Por Redação Juruá em Tempo.15 de julho de 2019Updated:15 de julho de 20192 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Morador da comunidade Santa Luzia, em Cruzeiro do Sul, Braz Alves procurou o Juruá em Tempo para denunciar uma situação que vem irritando a comunidade em geral. É que as três embarcações de emergência do local nem sempre estão “à disposição” da população.

Neste fim de semana, após saber do falecimento de sua mãe, Alves precisou de um barco para chegar até o velório, em Cruzeiro do Sul. Ele conta que procurou os três donos das embarcações, sendo que dois já tinha saído do porto e o único barco disponível não tinha ninguém para conduzir.

“Os responsáveis pela canoa não estavam e não deixaram nenhum responsável para atender. Fiquei chateado por que a gente fala, mas é o mesmo que falar com uma parede”.

Em geral, essas embarcações menores servem como um tipo de ambulância para levar pacientes até a cidade. Mas nem sempre é possível. O morador conta que só com sua família a situação já se repetiu quatro vezes.

Alves destaca ainda que já houve caso de uma gestante entrar em trabalho de parto e não conseguir chegar até o hospital. “Quando o dono do barco chegou, ela já tinha ganhado bebê”.

E acrescenta: “Fiquei chateado e era caso de emergência. Minha mãe está morta e, como cheguei atrasado, não consegui ver minha mãe uma última vez. Fiquei muito chateado. Quero que os responsáveis façam um alerta para os donos dos barcos, que mesmo que saiam deixem uma pessoa para atender”.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.