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Homem decapitado era olheiro de facção e foi interrogado pelo “Tribunal do Crime” antes de ser morto

Por Redação Juruá em Tempo.18 de agosto de 20192 Minutos de Leitura
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Um vídeo divulgado pela imprensa neste domingo (18) revela que Helilson Bastos de Souza, de 33 anos, encontrado morto no bairro Taquari, em Rio Branco, foi interrogado pelo “Tribunal do Crime” de uma organização criminosa antes de ser decapitado.

Durante o interrogatório, Bastos disse aos bandidos que fazia parte de uma facção criminosa e que estaria no Taquari (área dominada pela facção rival a sua) como olheiro, mas que não teria cumprido o seu papel e estava seguindo uma vida normal.

No mesmo vídeo, os criminosos acusam o homem de ter enviado informações de vários membros da facção da região para a polícia, inclusive contribuindo com a prisão de muitos líderes da organização. Bastos não comenta nada e logo a gravação encerra.

O corpo dele foi achado por populares na sexta-feira (9), perto de um campo de futebol, na rua Amizade, Loteamento Praia do Amapá, região do Taquari, em Rio Branco.

O cadáver estava com as mãos amarradas, sem a cabeça e havia sinais de tortura pelo corpo. Já a cabeça só foi encontrada um dia depois, na tarde do sábado (10), com as orelhas cortadas, a 100 metros de onde o cadáver estava no dia anterior.

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) continua investigando o caso e tenta procurar pelos bandidos. Ainda não se sabe quantas pessoas estariam envolvidas no crime.

Com informações do Alerta Acre

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