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“Relógios da Energisa marcam 40% a mais que consumo real”, diz técnico do IPEM

Por Redação Juruá em Tempo.13 de novembro de 20193 Minutos de Leitura
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Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada na Assembleia Legislativa de Rondônia (ALERO) para investigar a empresa concessionária de energia elétrica, Energisa, naquele Estado, tem chamado atenção de outros entes da federação onde a mesma empresa presta serviços. A exemplo do Acre que tem uma das energias mais caras do país.

Técnico admite que relógios marcam mais que o consumo real

Um técnico do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) admitiu que há casos de identificação de relógios que marcaram 40% a mais do que o consumo real. Nesse caso o aparelho é devolvido à Energisa, juntamente com um relatório, mas não é enviada cópia do documento ao consumidor. Também foi admitido que pertence à concessionária de energia o equipamento no qual os relógios marcadores de consumo são aferidos.

O presidente da CPI, Alex Redano (REPUBLICANOS), lembrou que o Ipem não faz perícias e nem emite laudos, e sim um relatório. Ele citou que esse documento tem sido utilizado pela Energisa contra consumidores para cobrar valores considerados absurdos, alegando suposta adulteração nos relógios. Ele questionou a legalidade dessas cobranças e disse que saiu com dúvidas, pois não foi esclarecido se os medidores marcam mesmo o consumo real.

O vice-presidente da Comissão, Ismael Crispin (PSB), disse que a informação é importantíssima, mas agora é preciso obter as provas de que relógios marcam muito mais do que é de fato consumido, para responsabilizar a empresa. Ele lembrou a existência de denúncias de que em alguns marcadores de consumo há “gatos ao contrário”, que beneficiariam a Energisa, prejudicando o consumidor. Ele lembrou que a lei que criou o Ipem impede o instituto de prestar serviços a empresas como a concessionária de energia elétrica.

Relatório não é prova

O relator da CPI, Jair Montes (PTC), afirmou que todo consumidor que se sentir prejudicado pode recorrer à Justiça, porque já está comprovado que um simples relatório emitido pelo Ipem não é documento aceitável para a empresa alegar que houve fraude e aplicar multas ou cobrar valores retroativos.

O deputado Edson Martins (MDB) lembrou que é admitida uma margem de erro de 1,3% nos relógios medidores de consumo, mas questionou a devolução para a Energisa dos aparelhos que medem 40% a mais. “Nesse caso o consumidor fica dependendo da boa-fé da empresa, a partir do momento que é constatado o gato”, acrescentou.

O Jornal de Rondônia 1º Edição da TV Globo, cobriu a CPI e também ouviu o representante da Energisa que garantiu usar relógios que são aprovados pelo IMETRO.

A CPI da Energisa poderia servir de inspiração para todas as Assembleias Legislativas dos Estados onde a empresa está presente.

Com informações do Tocantins Agora

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