Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Coronel Ulysses reafirma apoio ao fim da escala 6×1 e rebate fake news: “Sou a favor dos trabalhadores”
  • Edvaldo Magalhães sai em defesa da convocação de aprovados no concurso do Corpo de Bombeiros
  • Grafiteiro do Acre transforma muro de casa em galeria a céu aberto com ídolos do futebol brasileiro
  • Delegacia no AC tem infiltrações, problemas elétricos e pragas; Ministério Público abre investigação
  • Cat Dealers é confirmado na Expoacre e traz show de música eletrônica a Rio Branco
  • PM apreende segundo lote de gado sem documentação em Tarauacá
  • Governo aprova zoneamento climático para cultivo de feijão-caupi no Acre na safra 2026/2027
  • Cruzeiro do Sul convoca aprovados em seletivo da Educação para contratação temporária
  • Atlas da Violência aponta Acre com taxa de homicídios acima da média nacional em 2024
  • Mariah Carey fará dois shows especiais de Natal no Brasil em novembro; veja datas e como comprar
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, maio 26
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

Governo aprova zoneamento climático para cultivo de feijão-caupi no Acre na safra 2026/2027

Por Redação Juruá em Tempo.26 de maio de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) aprovou o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o cultivo do feijão-caupi no Acre referente à safra 2026/2027. A medida foi oficializada por meio da Portaria SPA/MAPA nº 116, de 20 de maio de 2026, publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial da União (DOU).

Assinada pelo secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos Júnior, a portaria estabelece os períodos indicados de semeadura para os municípios acreanos, levando em consideração três níveis de risco climático: 20%, 30% e 40%. O objetivo é orientar produtores rurais sobre as melhores janelas de plantio para reduzir prejuízos provocados por adversidades climáticas.

O feijão-caupi (Vigna unguiculata), conhecido popularmente como feijão-de-corda ou feijão-macassar, possui grande importância econômica e social no país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. A cultura é considerada uma importante fonte de proteína alimentar e geração de renda para pequenos produtores, além de apresentar expansão significativa em áreas mecanizadas do Centro-Oeste.

De acordo com o documento técnico do Ministério da Agricultura, as temperaturas ideais para o desenvolvimento da cultura variam entre 18°C e 34°C. Temperaturas elevadas podem prejudicar o crescimento da planta, causar abortamento de flores e comprometer a formação e retenção das vagens, reduzindo também o número de sementes produzidas.

O zoneamento aponta ainda que o feijão-caupi necessita de, pelo menos, 300 milímetros de chuva durante o ciclo produtivo. O governo destaca que a distribuição das precipações ao longo do cultivo é mais importante do que o volume total acumulado, especialmente nas fases de germinação, emergência, florescimento e enchimento das vagens.

A portaria classifica os solos aptos ao cultivo em três categorias. Os solos do Tipo 1, de textura arenosa, possuem capacidade de armazenamento de água de 31,5 mm; os do Tipo 2, de textura média, armazenam até 49,5 mm; e os do Tipo 3, de textura argilosa, apresentam capacidade de 67,5 mm.

Apesar disso, o documento alerta que solos muito argilosos não são os mais recomendados para a cultura devido à sensibilidade do sistema radicular do feijão-caupi ao excesso de água e à saturação hídrica. Áreas com drenagem deficiente devem ser evitadas.

O ciclo da cultura foi dividido em quatro fases: germinação e emergência; crescimento e desenvolvimento; florescimento e enchimento de grãos; e maturação fisiológica e colheita. As cultivares foram agrupadas conforme o tempo de maturação: Grupo I, com ciclo de até 75 dias; Grupo II, entre 76 e 85 dias; e Grupo III, acima de 85 dias.

O Ministério da Agricultura também determinou que somente poderão ser utilizadas cultivares registradas no Registro Nacional de Cultivares (RNC), respeitando as recomendações técnicas dos obtentores e mantenedores das sementes.

A norma estabelece ainda restrições para o plantio em áreas de preservação permanente, solos rasos com profundidade inferior a meio metro, terrenos excessivamente pedregosos e locais com drenagem inadequada ou em desacordo com a legislação ambiental e o Zoneamento Ecológico-Econômico do Acre.

Os produtores poderão consultar os períodos recomendados de plantio para cada município acreano por meio do Sistema de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Siszarc), do Painel de Indicação de Riscos do Zarc e do aplicativo Plantio Certo, disponibilizado para celulares Android e iOS.

Por: AC24horas.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.