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Diretor do Iapen diz que cidadão injustiçado procura o traficante e não mais a polícia

Por Redação Juruá em Tempo.5 de fevereiro de 20202 Minutos de Leitura
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O diretor do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), Lucas Gomes, que pode ser substituído do cargo nos próximos dias, usou a sua conta pessoal no Facebook para lamentar o que chama de ‘leis brandas’ a protegerem bandidos e encarcerar inocentes.

Na postagem, Lucas Gomes se refere à sessão de tortura imposta pelo ‘tribunal do crime’ na Cidade do Povo, episódio durante o qual uma mulher foi filmada sendo espancada com uma ripa por ter furtado na área dominada por uma facção criminosa.

Gomes lamenta ainda que enquanto as leis vigentes proíbem mostrar o rosto dos criminosos, os próprios bandidos, sem qualquer pudor, expõem suas vítimas em deprimentes sessões de tortura.

Confira a seguir o que escreveu o diretor do Iapen.

“Enquanto as leis que já são frouxas se afrouxam ainda mais, o crime organizado impõe, ao seu modo criminoso, sanções aos que cometem delitos proibidos em suas zonas de domínio. Por exemplo: se de um lado a Polícia não pode mostrar a cara do criminoso preso, a facção espanca a ladra que roubou na cidade do povo. Tudo isso gravado em vídeo e freneticamente publicizado pela imprensa local. O resultado disso é a idéia perniciosa de que é o crime e não o Estado que detém o monopólio legítimo da força. E a partir daí, aquele que se sente injustiçado passa a procurar o traficante local e não mais a Polícia. É um estado deplorável de coisas que não se pode isentar a segurança pública, mas que passa sobretudo pela irresponsabilidade daqueles que fazem leis cada vez mais permissivas e transigentes com o crime. Lamentável.”

  • Redação Diário do Acre.
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