Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Adicional pago a juízes do Acre vira exemplo em debate no STF sobre supersalários
  • Em janeiro, 791 dos 860 pedidos de seguro-desemprego no Acre foram online
  • Acreano que cruzou deserto para chegar aos EUA busca vaga em reality show com prêmio de US$ 100 mil
  • Quase fora da Cota de Alerta, Rio Juruá apresenta vazante em Cruzeiro do Sul
  • Mulheres são maioria no Acre, mas quase 60% estão fora do mercado de trabalho
  • TCE-AC firma contratos que somam mais de R$ 340 mil para serviços terceirizados e higienização
  • Governo altera nomeações em concursos do Detran e do ISE no Acre
  • Homem agride esposa grávida em Cruzeiro do Sul e acaba preso
  • VÍDEO: Homem é morto a golpes de ripa durante a madrugada em Rio Branco
  • Técnico e vendedor: veja as mais de 300 vagas de emprego abertas no Acre nesta quinta-feira, 26
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, fevereiro 26
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque 2

Ex-miss Acre acusa Ufac de discriminação e entra na Justiça por vaga em medicina

Por Redação Juruá em Tempo.21 de fevereiro de 20203 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A novela envolvendo a ex-miss Acre, Hyalina Lins, e o sonho em entrar no curso de medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac) na vaga destina a deficiente ganhou mais um capítulo nesta quinta-feira (20). A advogada da modelo, Samarah Motta divulgou nota de esclarecimento alegando que sua cliente tem sim direito à vaga.

A nota diz que a decisão da UFAC de negar a matrícula de Hyalina é “absurda e inconstitucional”.

“A atitude da UFAC, além de ilegal e discriminatória, reflete uma cultura misógina que inferioriza as mulheres, coisificando o feminino e criando verdadeira política de exclusão social baseada em Fake News”, diz trecho da nota.

A defesa alega que Hyalina Lins sofre com deficiência visual desde criança, diagnosticada e acompanhada por médico oftalmologista.

“O tratamento não é suficiente para reparar sua deficiência, impossibilitando-a de estar em grau de igualdade com pessoas que possuem visão regular”.

Confira a nota:

Leia a nota completa:

Nota de esclarecimento

Recentemente, a modelo Hyalina Lins teve sua matrícula indeferida pela Universidade Federal do Acre (UFAC), após ser convocada na lista da 2ª chamada do Sisu para o curso de medicina em vaga para deficiente.

A decisão da UFAC de negar a matrícula de Hyalina é absurda e inconstitucional. A Constituição Federal e a lei nº 12.711/2012 garantem o acesso à educação de pessoas com deficiência de natureza física, mental, intelectual ou sensorial.

Ao contrário do que foi divulgado, a modelo Hyalina sofre com deficiência visual desde criança, diagnosticada e acompanhada por médico oftalmologista. A modelo sempre buscou corrigir sua visão por meio de óculos e lentes. Contudo, o tratamento não é suficiente para reparar sua deficiência, impossibilitando-a de estar em grau de igualdade com pessoas que possuem visão regular.

Fato que causa estranheza é que a candidata compareceu a UFAC com outros alunos que tinham a mesma deficiência visual, mas dada a repercussão da mídia a modelo foi a única que teve a matrícula indeferida.

Mesmo com todos os documentos em mãos que comprovam sua deficiência, a modelo foi impedida de se matricular no curso de medicina, sendo que a UFAC sequer realizou perícia com médico oftalmologista para contestar a doença da candidata.

Desde que a candidata se inscreveu para a cota de deficiência, ela foi atacada por comentários constrangedores e humilhantes nas redes sociais, pois o fato de ser modelo e ter sido miss no Acre gerou polêmica, como se uma pessoa bonita não pudesse ter alguma deformidade ou limitação física e ou sensorial.

A atitude da UFAC, além de ilegal e discriminatória, reflete uma cultura misógina que inferioriza as mulheres, coisificando o feminino e criando verdadeira política de exclusão social baseada em Fake News.

Diante das ilegalidades praticadas pela UFAC, serão adotadas as providências judiciais cabíveis para assegurar seu direito constitucional a educação e reparar os danos causados a sua imagem por detratores virtuais.

Samarah Motta

OAB/AC 3.803

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.