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Por Redação Juruá em Tempo.24 de abril de 2020Updated:24 de abril de 20205 Minutos de Leitura
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A pandemia provocada pelo novo coronavírus deixou a rotina e a vida das pessoas em todo o planeta de ponta a cabeça. Sem vacina ou um tratamento eficaz para combater a doença viral, grande parte da população mundial teve que desacelerar e aderir ao sistema de isolamento social, o que vem afetando o perfeito desenvolvendo da economia e trazendo momentos difíceis, principalmente para o autônomo e microempreendedor.

No Acre, a situação não está sendo diferente. Desde a chegada dos primeiros casos confirmados em 17 de março, os acreanos também tiveram que se render ao isolamento social. As atividades comerciais não essenciais foram suspensas e muita gente teve que usar da criatividade para burlar a crise e se adaptar ao novo cotidiano.

Um belo exemplo é a empresária do ramo de alimentos que tem uma churrascaria há 11 anos, localizada no bairro Manoel Julião. Lá o atendimento sempre foi presencial do tipo self-service e, com o decreto de suspensão das atividades comerciais, Pollyana Guimarães, de 31 anos, teve que aderir ao sistema delivery e retirada em balcão, para manter seus oito empregados e a garantia do pagamento de seus salários. Ela vende churrasco, cortes em geral e comida caseira do tipo galinha caipira, feijoada e moqueca. Para ajudar na organização dos pedidos, ela também criou um site.

Pollyana Guimarães, de 31 anos, teve que aderir ao sistema delivery e retirada em balcão, para manter seus oito empregados e a garantia do pagamento de seus salários. Para ajudar na organização dos pedidos, ela também criou um site Fotos: Neto Lucena/Secom

“Com as notícias da pandemia, antes mesmo de chegar ao Acre, o movimento já estava caindo e quando chegou precisamos parar tudo e não sabia como íamos sobreviver, pagar meus funcionários e manter as contas essenciais em dia. Daí nós reunimos e planejamos começar a trabalhar com entregas. A princípio, eram apenas retiradas no balcão, mas iniciamos as divulgações nas redes sociais e expandimos os serviços. O movimento foi aumentando e achamos necessário a criação de um site, onde as pessoas podem fazer seus pedidos on-line. Com fé em Deus e visão empreendedora conseguimos nos reinventar, expandir a marca e, mesmo em momento de crise, manter todo o quadro de funcionários trabalhando”, informou Pollyana.

A empresa conseguiu se reinventar, expandir a marca e, mesmo em momento de crise, manter todo o quadro de funcionários trabalhando Fotos: Neto Lucena/Secom

O uso de máscaras, desde que começou a pandemia, passou a ser medida de segurança em locais públicos. Logo o item de proteção individual passou a ficar escasso nas prateleiras das farmácias, estabelecimentos comerciais e até para o uso dos próprios profissionais de saúde começou a faltar. A microempreendedora, Diana Carol, de 37 anos, percebeu que poderia investir na fabricação de máscaras artesanais quando, certa vez, decidiu costurar uma para seu próprio uso e ir ao mercado. Ela conta que, como era personalizada, as pessoas começaram a perguntar onde ela havia comprado. Por onde passava ela chamava a atenção e resolveu comercializar.

A microempreendedora, Diana Carol, de 37 anos, percebeu que poderia investir na fabricação de máscaras artesanais quando, certa vez, decidiu costurar uma para seu próprio uso Fotos: Cedidas

“Eu tenho uma loja virtual na qual eu vendo calçados, roupas e acessórios. Eu também costuro e resolvi inicialmente fazer máscaras para doação, até que um dia eu mesma fiz uma pra mim e chamou bastante atenção no supermercado. Quando cheguei em casa, percebi que poderia ganhar algum e passei a vender as que eu estava doando para conseguir dinheiro e comprar material e produzir mais. Com as divulgações, os pedidos começaram a se multiplicar e hoje vendemos em média 250 máscaras por dia e assim posso manter as quatro funcionárias que tinha”, descreveu Diana.

Pedidos começaram a se multiplicar e hoje vendemos em média 250 máscaras por dia e assim a empresária pode manter as quatro funcionárias que já tinha Fotos: Cedidas

A microempreendedora enfatizou que não se trata apenas de máscaras de pano. Antes da confecção, houve estudos e pesquisas para que fossem confeccionadas pelo padrão exigido pela Organização Mundial de de Saúde (OMS). Mesmo as personalizadas com conjuntos adultos ou infantis obedecem um padrão e até profissionais de saúde estão alavancando os pedidos.

“Nós tivemos a preocupação de fazer as máscaras de forma correta, pois trata-se de um material de proteção e deve cumprir a sua exigência, não pensamos só no lado financeiro. Usamos tecido em tricoline e os de 100% algodão. Fazemos testes antes de passar para o cliente e pra isso foi preciso estudar. Recebemos bastante pedidos de profissionais de saúde que exigem as máscaras personalizadas com temas de saúde e as toucas que, mesmo diante da grande demanda, estamos tentando confeccionar os pedidos”, finalizou.

Mesmo as personalizadas com conjuntos adultos ou infantis obedecem um padrão e até profissionais de saúde estão alavancando os pedidos Fotos: Cedidas
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