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Com Gladson, instituições montam comissão para planejar possível bloqueio total, que começaria por Rio Branco

Por Redação Juruá em Tempo. 08/05/2020 13:49
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Até um possível bloqueio total (lockdown), o Estado do Acre deve tomar algumas medidas mais rígidas para conter o avanço do coronavírus.

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Uma comissão com a participação do Ministério Público Estadual, a Procuradoria Geral do Estado, as Secretarias de Segurança e Saúde e o Tribunal de Justiça começou a planejar o eventual bloqueio.

A princípio, o confinamento começaria por Rio Branco, onde há o maior número de casos. Mas, à medida em que constrói o plano de bloqueio, o Estado deve anunciar nos próximos dias mais rigidez na quarententa.

O governador Gladson Cameli informou que cada instituição envolvida no planejamento tem um papel importante na missão de resguardar as vidas das pessoas.

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Nesta quinta-feira (7), o Acre registrou 1.014 casos de covid-19 e 35 mortes pela doença, segundo o boletim da Secretaria Estadual de Saúde.

“É um planejamento para um possível lockdown. Vamos tratar esse assunto com todos. Criamos uma comissão para discutir o assunto e tomaremos uma decisão com responsabilidade, para que cada uma faça a sua parte”, disse o governador.

Bloqueio total

O lockdown é um protocolo de emergência com a adoção de bloqueio total. O bloqueio possui o objetivo de limitar a movimentação interna das pessoas, impedindo que haja contato entre as pessoas e diminuir a transmissão do coronavírus.

Durante o lockdown apenas estão autorizados a funcionar os serviços considerados essenciais. Para que cumprido as autoridades podem tomar medidas que vão desde a aplicação de multas e até mesmo prisão.

Fiscalização

Gladson Cameli informou ainda que se colocou à disposição do Ministério Público e dos órgãos de controle e fiscalização. Ele informou que tem sido rigoroso ao orientar os membros de seu governo sobre o cuidado com o dinheiro público.

“Estamos tendo o cuidado e preocupado com cada centavo do dinheiro público aplicado que está aplicado. Que seja bem aplicado e atenda o maior número de pessoas. Temos consultado o MP, o TCU e o Tribunal de Contas do Estado e temos nos colocado à disposição para os órgãos de fiscalização.”

Luciano Tavares, do Notícias da Hora

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