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Empresas de ônibus alegam crise com pandemia, deixam de pagar motoristas e serviço entra em colapso no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.21 de maio de 20204 Minutos de Leitura
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Após a paralisação dos motoristas de ônibus, nesta quarta-feira (20), o Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos do Acre (Sindcol) informou que as três empresas que fazem o transporte coletivo em Rio Branco, enfrentam o mesmo problema de atraso de salários por causa da queda da frota circulando e do número de passageiros durante o período de isolamento social devido à Covid-19.

O presidente do Sindicol, Aluízio Abade, que também administra as empresas São Judas e Via Verde, informou ao G1 que, no período antes da pandemia, circulavam na cidade pelo menos 100 mil pessoas diariamente no coletivos. Com a pandemia, e decreto de isolamento social, o número caiu para 20 mil.

“Essa é a justificativa para atraso de salário, de março e abril que está em aberto ainda e maio já está batendo na porta. As receitas caíram demais por causa da pandemia e os táxis compartilhados e a gente não tá conseguindo assumir o compromisso com o trabalhador”, informa Abade.

No protesto desta quarta, estavam presentes apenas os trabalhadores Auto Viação Floresta, porém o problema atinge as outras duas também, São Judas e Via Verde.

Desde março, a prefeitura vem tomando medidas para aumentar o isolamento social em Rio Branco. Uma delas foi determinar que apenas 40% da frota de ônibus passasse a circular, uma vez que aulas e outros serviços essenciais estão suspensos.

A categoria cruzou os braços e se concentrou em frente ao Terminal Urbano, depois seguiu para a frente da prefeitura, no Centro de Rio Branco. Já a noite, eles se concentraram na garagem da empresa. Ainda na noite de quarta (20), os funcionário da empresa Floresta foram para garagem e ameaçaram parar novamente, caso não haja o pagamento.

“Ontem [quarta, 20], o diretor fechou um acordo para eles voltarem a rodar e parece que vai ser mantido o acordo”, acrescenta Abade sobre as paralisações.

‘Não tem receita’

O presidente do Sindicol afirma ainda que não há uma perspectiva de pagamento dos salários e que a única alternativa é esperar que o movimento de passageiros volte.

“Estamos aguardando um crescimento do movimento para buscar receita. Nós não temos onde buscar receita, até porque as ofertas do governo de orçamento não vale para as empresas. Estamos aguardando o movimento. Não tem receita e você parcelar e não pagar é pior.

Os motoristas da São Judas e Via Verde não chegaram a paralisar, apenas os da Viação Floresta.

Nas três empresas, no sistema direto, são pelo menos 700 servidores que estão enfrentando o problema, informou Abade. Dos 165 carros, apenas 30 estão operando durante esse período. Motoristas chegaram a falar durante o protesto que a empresa tentava levar os carros para outro estado, mas Abade nega.

“Isso é inverdade. É complicado isso porque começam a criar coisas”, conclui.

Acordo

O presidente do Sindicato dos Transportes do Acre (Sinttpac), Francisco Marinho, diz que o acordo que a empresa fez com os trabalhadores é de pagar a quantia de R$ 210 para cada motorista na manhã desta quinta-feira (21).

“É o seguinte: a empresa tinha R$ 30 mil e decidiu pagar pela matrícula do pessoal, para começar a pagar hoje, às 11h e amanhã [sexta,22], conforme o arrecadado e continuar pagando, como estavam fazendo antes”, explica.

Marinho afirma que os motoristas ainda cogitam nova paralisação e lamenta a situação delicada pela qual os trabalhadores estão passando.

“Mas, se parar não vai adiantar muita coisa, porque a gente tem buscado toda alternativa junto à prefeitura, também com os vereadores para rever a situação para que venha trazer algum benefício para o transporte. A única coisa que vai resolver é pagar os trabalhadores”, pontua.

Fonte: G1.

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