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Ônibus com imigrantes retido na fronteira do AC é liberado e entregue pela PRF à polícia peruana

Por Redação Juruá em Tempo. 09/05/2020 10:48
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O grupo de peruanos que estava dormindo dentro de um ônibus particular retido no Posto Fiscal da Tucandeira, na BR-364, em Rio Branco, conseguiu liberação para seguir viagem para o Peru ainda na sexta-feira (8). Escoltados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), os imigrantes foram levados até Assis Brasil, onde foram entregues à polícia peruana.

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A Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) informou que as autoridades peruanas garantiram que tomariam as medidas necessárias para atender e colocar o grupo em quarentena no país. A PRF informou que ainda na madruga deste sábado (9), os imigrantes já estavam em solo peruano.

Também na sexta, o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública do Acre (DPU) emitiram uma recomendação, com urgência, para que a Polícia Federal e a empresa de ônibus prestassem atendimento com hospedagem e alimentação adequadas aos peruanos.

A medida dos órgãos fiscalizadores ocorreu porque o grupo, sem dinheiro, estava sendo alimentado por funcionários do posto de fiscalização, que se reuniram para ajudar.

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Foi dado o prazo de 24 horas para o cumprimento da recomendação e que fossem relatadas aos órgãos as ações adotadas para o acolhimento, mas a liberação ocorreu antes disso.

Retido

Com a fronteira fechada devido à pandemia de Covid-19, o ônibus, que saiu de São Paulo com destino a Iñapari, no Peru, foi barrado no posto fiscal de Rio Branco na quinta-feira (7). A Polícia Militar do Acre (PM-AC) mantém uma barreira no posto fiscal 24 horas para impedir a entrada e saída de veículos durante a quarentena.

No final da tarde de sexta, a coordenação da Vigilância Sanitária de Acrelândia, no interior do estado, informou que o grupo ia seguir viagem para o país vizinho. Além disso, foi dada alimentação para o grupo levar durante a viagem.

“A Vigilância Sanitária em parceria com a Secretaria de Saúde, Assistência Social garantiram a alimentação para o grupo. Teve intervenção do Ministério Público e a Vigilância Sanitária e foi acionado até o Itamaraty para fazer a liberação”, explicou o coordenador Willian Belmonte.
G1
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