Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Pai condenado a 61 anos por estuprar filhas gêmeas de 14 anos é preso
  • Acre recebe R$ 50 milhões em obras na BR-364 para recuperar Estrada do Aeroporto em Rio Branco
  • Deracre leva 2,5 mil toneladas de rachão à Terceira Entrada de Tarauacá
  • Trend de influenciador acreano vira campanha institucional em Rio Branco
  • Governadora Mailza Assis faz história ao inaugurar o Hospital Dr. Baba em Feijó
  • No Acre, motociclista morre e passageiro fica em estado grave após colisão envolvendo três veículos
  • Acidente envolvendo carro e moto deixa um morto em rodovia no Acre
  • IML identifica corpo encontrado boiando em Igarapé de Cruzeiro do Sul
  • Tierry reúne multidão em frente ao Palácio na festa do trabalhador
  • Um em cada 4 presos no sistema prisional do Acre ainda não foi condenado e pode ser inocente
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, maio 3
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Após mais de um mês na UTI com Covid-19, jovem de 26 anos tem alta em hospital do AC e é recebida com festa pela família

Por Redação Juruá em Tempo.22 de junho de 20203 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Após mais de um mês internada com Covid-19, Karolina Souza da Silva, de 26 anos, deixou o leito do Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), em Rio Branco, sob aplausos, lágrimas, sorrisos e muita alegria no domingo (21). Hospitalizada desde o dia 16 de maio, Karolina ficou 28 dias entubada na UTI da unidade lutando contra a doença.

Karolina é hipertensa e teve várias complicações por causa do novo coronavírus. Nesta segunda-feira (22), o G1 conversou com o marido da jovem, Dilson Silva dos Santos.

Ele explicou que a mulher teve 50% do pulmão comprometido e ainda sente muita falta de ar. Por isso, ele falou que não seria recomendado, no momento, que Karol, como é conhecida, falasse sobre a situação.

“A gente fica muito emocionado pelo momento, não só a família, mas os médicos, enfermeiros ficaram muito emocionados com a história dela. Não seria recomendado falar com ela ainda, quando me ver já chora e se for falar tudo sobre isso vai ficar emocionada. Ela ainda está muito fraca”, relatou.

No domingo, amigos, familiares e o marido foram para a porta do hospital com cartazes, balões e muita saudade de Karol.

Internação

Karol mora com o marido e o pai no bairro Comara, na capital acreana. Em maio, a jovem descobriu que estava com a doença e resistiu para ir ao hospital temendo pela vida.

“Não queria ir, fizemos a tomografia e já estava com 50% do pulmão comprometido e passou uns dias e teve que ser entubada na UTI. No início foi muito complicado porque estava muito difícil, com o tempo apareceu um sangramento interno, com o tempo começou a sangrar por fora também”, relembrou santos.

O marido de Karol disse que os médicos falaram para a família orar bastante e pedir ajuda de Deus, uma vez que a recuperação da paciente seria um milagre.

“O estado dela era muito grave. O médico me falou que já está há 11 anos nesse cargo e nunca viu um paciente ser tão forte a ponto de aguentar até ela aguentou. O sangue dela coagulou”, lamentou.

Ele acrescentou que o sogro não pegou a doença, mas acredita que ele se infectou. Porém, na época, Santos falou que não conseguiu fazer o teste para saber se estava realmente com os sintomas, ficou isolado em casa por mais de 20 dias e está bem.

“Apresentei os sintomas porque quem levou ela para UPA foi eu e peguei também. Fiquei 22 dias sem trabalhar e em casa. Não fiz porque não estava tendo o teste, me curei em casa mesmo. Senti falta de ar, dor de cabeça, na garganta, febre alta”, destacou.

Em meio a tanta dificuldade e incertezas durante a pandemia, Santos ressaltou que o retorno da mulher traz esperança e alegria.

“Tem tanta gente que não tem esse privilégio de voltar para casa, passa dois ou três dias, morre e a família não sabe de nada. É muito complicado, a gente fica muito emocionado pelo caso dela”, concluiu.

Fonte: G1.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.