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Filha chora por não se despedir do pai, vítima da Covid-19: ‘Morreu, enterrou. Não dei adeus‘

Por Redação Juruá em Tempo.13 de junho de 20203 Minutos de Leitura
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A dona de casa Marlene dos Santos não pôde se despedir do pai, vítima da Covid-19 no Piauí. O enterro do idoso de 80 anos teve que ser rápido, sem a presença de familiares.

A dona de casa relatou sentir ainda uma “dor inexplicável” por não ter acompanhado o sepultamento. Nem o cemitério, a família pôde escolher.

“É aquela dor, uma dor inexplicável, é muito ruim, entendeu?”, chorou ao narrar ter a sua dor ampliada por não conseguir se despedir do seu pai.

Emocionada, ela disse que foram 35 dias sem poder ver o pai, internado, e nem após a morte conseguiu fazer uma última homenagem. Sete dias depois do enterro, no cemitério, ela contou o sentimento de ter um parente perdido por causa do coronavírus.

Dona de casa Marlene dos Santos  — Foto: TV Clube

Dona de casa Marlene dos Santos — Foto: TV Clube

“Eu estava sem saber onde ele tinha sido sepultado. Mesmo possuindo um terreno no cemitério do Buenos Aires, eles disseram que não poderiam esperar. É morreu, enterrou, sem ver e sem nem saber como é que foi, pois foram 35 dias de angústia sem poder ver o meu pai”, lamentou.

E não foi apenas a dona de casa Marlene dos Santos que passou por esse drama. No Piauí, foram mais de 300 mortes devido à Covid-19.

De acordo com protocolos adotados pelo Ministério da Saúde, os sepultamentos de vítimas da Covid-19 devem ser feito em até três horas e com no máximo 10 pessoas na cerimônia.

“Não dei adeus. Não pude dar o último adeus. Ninguém pode. A assistente social ligou e disse que apenas uma pessoa poderia acompanhar”, narrou Marlene.

Cemitérios Teresina  — Foto: TV ClubeCemitérios Teresina — Foto: TV ClubeDona de casa Marlene dos Santos  — Foto: TV Clube

Dona de casa Marlene dos Santos — Foto: TV Clube

Regras de enterro de mortos pela Covid-19

Em Teresina, os enterros de vítimas da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, seguem normas da Vigilância Sanitária, que permite a participação de apenas até 10 pessoas, desde que não sejam idosos, crianças ou pessoas com doenças crônicas.

Durante a cerimônia é exigido que as pessoas presentes permaneçam em uma distância de, no mínimo, dois metros. O caixão deve estar lacrado durante o velório.

Dona Marlene no cemitério  — Foto: TV Clube

Dona Marlene no cemitério — Foto: TV Clube

De acordo com Isaac Meneses, da Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sudeste (SDU), a medida adotada evita que sejam contaminados durante o velório.

“Os falecimentos que forem comprovados que foram vítima da Covid-19 ou suspeita, devem ter o enterro em um curto período, por que deve ser evitada a proliferação. Como se trata de um vírus novo e precisa de diversos estudos, não se tem dados concretos de, por exemplo, quanto tempo o vírus vai permanecer no solo”, explicou.

G1

Por:
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