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No Acre, igreja comunica que não vai abrir as portas mesmo com liberação: “Fique em casa e ore com familiares”

Por Redação Juruá em Tempo. 10/06/2020 07:07
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A direção da Igreja Batista Lagoinha em Rio Branco não vai abrir seu templo mesmo que os cultos voltem a ser liberados na capital. É o que diz um comunicado assinado pelos pastores Marcelo Torres e Lorena Torres, líderes da instituição local.

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No comunicado, o casal pede aos membros que se reúnam e orem em casa e que acompanhem a programação online da Lagoinha. Os pastores afirmam estar preocupados com o crescente número de casos da Covid-19.

“A lagoinha Rio Branco, por meio dos seus pastores, informa que mesmo que haja um decreto liberando os cultos presencias, permaneceremos sem a realização dos mesmos.
Vemos que em razão do crescimento dos casos de covid, não achamos prudente retornar as atividades.
Fique em casa e ore com seus familiares e acompanhe nossa programação online. Se precisar de oração a atendimento ligue para os pastores”, diz o comunicado.

A possível reabertura dos templos religiosos no Acre em meio a crise sanitária provocada pela Covid-19 é o tema do momento.

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Quarta-feira da semana passada, a Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade o projeto de lei da deputada estadual Juliana Rodrigues (Republicanos) que prevê a realização de cultos nos templos com limite de público de até 30%.

O projeto é aprovado pela maioria esmagadora dos pastores evangélicos do Acre.
A direção da Lagoinha, porém, vai na contramão do que pensa a maior parte da liderança evangélica local.

O projeto, porém, precisa da sanção do governador Gladson Cameli, que já se posicionou a favor em entrevista a uma emissora de TV.

Casos de Covid-19 em crescimento no Acre

Somente nesta terça-feira (9), o Acre registrou 329 novos casos de coronavírus, segundo o boletim da Secretaria de Saúde do Estado. Desse modo, o número de infectados saltou de 8.128 para 8.457.

A Sesacre também registrou mais 12 óbitos por Covid-19: 8 do sexo masculino e 4 do sexo feminino, com idades entre 28 e 87 anos. Assim, o número de mortes pela doença aumentou de 211 para 223.

A situação é tão grave que falta leitos de UTI na rede pública da capital.

Fonte: Notícias da Hora.

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