Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Pai condenado a 61 anos por estuprar filhas gêmeas de 14 anos é preso
  • Acre recebe R$ 50 milhões em obras na BR-364 para recuperar Estrada do Aeroporto em Rio Branco
  • Deracre leva 2,5 mil toneladas de rachão à Terceira Entrada de Tarauacá
  • Trend de influenciador acreano vira campanha institucional em Rio Branco
  • Governadora Mailza Assis faz história ao inaugurar o Hospital Dr. Baba em Feijó
  • No Acre, motociclista morre e passageiro fica em estado grave após colisão envolvendo três veículos
  • Acidente envolvendo carro e moto deixa um morto em rodovia no Acre
  • IML identifica corpo encontrado boiando em Igarapé de Cruzeiro do Sul
  • Tierry reúne multidão em frente ao Palácio na festa do trabalhador
  • Um em cada 4 presos no sistema prisional do Acre ainda não foi condenado e pode ser inocente
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, maio 2
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Para MP, Flávio era ‘líder’ de organização criminosa em gabinete na Alerj

Por Redação Juruá em Tempo.19 de junho de 20203 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

As investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro que levaram à prisão do ex-assessor Fabrício Queiroz na Operação Anjo, na quinta-feira 18, apontam o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) como o “líder” de uma organização criminosa que funcionava em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), enquanto ele era deputado estadual, e cometia crimes de peculato na prática da “rachadinha”, desvio de salários de servidores. Queiroz é apontado pelo MP fluminense como operador do esquema, cujos repasses teriam chegado a 2 milhões de reais entre abril de 2017 a dezembro de 2018.

Na decisão em que autorizou as prisões de Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia de Oliveira Aguiar, o juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau aponta que, segundo a Promotoria, “as movimentações bancárias atípicas e o contexto temporal nas quais foram realizadas resultam em evidências contundentes da função exercida por Fabrício José Carlos de Queiroz como operador financeiro na divisão de tarefas da organização criminosa investigada, tanto na arrecadação dos valores desviados da Alerj quanto na transferência de parte do produto dos crimes de peculato ao patrimônio familiar do líder do grupo, o então deputado estadual Flávio Nantes Bolsonaro”.

Preso pela polícia em Atibaia (SP), em uma propriedade do advogado de Flávio e do presidente Jair Bolsonaro, Frederick Wassef, Fabrício Queiroz pagou as mensalidades das escolas das filhas do senador e fez ao menos um depósito de 25.000 reais pessoalmente na conta da mulher dele, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro.

“Queiroz não se limitava à arrecadação dos valores junto aos demais assessores, já que o aludido investigado também transferia parte dos recursos para o patrimônio familiar do ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro, mediante depósitos bancários que ocorriam de forma fracionada em valores menores e pagamentos de despesas pessoais”, diz trecho da decisão proferida pelo juiz Flavio Itabaiana.

A investigação também mostrou que Márcia Oliveira de Aguiar, mulher de Queiroz, recebeu em dinheiro 174.000 reais, “de origem desconhecida”, que foram usados para custear o tratamento de câncer a que o ex-assessor foi submetido no Hospital Albert Einstein, um dos mais luxuosos de São Paulo.

Os pagamentos à família de Flávio Bolsonaro revelam que Queiroz não era um mero funcionário do seu gabinete quando ele era deputada estadual na Assembleia Legislativa do Rio. Nas palavras do MP, o ex-assessor era o “operador financeiro” do esquema. Os promotores ainda afirmaram que o padrão de vida do policial militar reformado “parecia estar acima de suas posses” e que ele estava recebendo dinheiro de terceiros para se manter nos últimos meses.

Fonte: Revista Veja Abril.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.