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Monitoramento intensivo quer reduzir casos de Covid-19 em idosos e pacientes crônicos no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.10 de julho de 20203 Minutos de Leitura
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Com o objetivo de reduzir pela metade os números de casos de Covid-19 entre idosos e portadores de doenças crônicas, um programa da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) prioriza o atendimento feito ao grupo de risco por meio da atenção básica de saúde.

O programa é feito por teleatendimento e foi criado pela Sesacre e os municípios escolhem se querem aderir o plano. Como ocorreu com a cidade de Manoel Urbano, que já regulamentou a ação.Pelo menos oito cidades no interior do Acre já aderiram.

O responsável pela implantação do plano, o chefe do Departamento de Atenção Primária, Política e Programas Estratégicos da Sesacre (DAPE), Luiz Figueiredo, disse que Manoel Urbano, Sena Madureira, Bujari, Porto Acre, Acrelândia e Santa Rosa do Purus, Plácido de Castro e Capixaba pediram adesão.

“O plano é um monitoramento intensivo da população idosa e crônica pela atenção primária do estado do Acre. Nosso objetivo é bem direto e queremos reduzir em 50% as internações e óbitos onde já está elevado e tentar evitar a contaminação onde está baixo. Com isso, vamos reduzir as internações”, disse.

Figueiredo explicou que o plano surgiu após eles verificarem que a a maioria dos óbitos ocorrem entre idosos e portadores de doenças crônicas. O boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) de quinta-feira (9), apontou que o Acre já registrou 15.465. casos de Covid-19, com 411 vítimas fatais. Desse total de óbitos, 69% foram de pessoas maiores de 60 anos e 68% apresentavam alguma comorbidade.

Plano

O plano é divido em três passos: no primeiro, o agente de saúde vai a campo, coleta os dados e observa estas pessoas; segundo levam os dados para a equipe técnica que vai analisar e entrar com a medicação em pacientes sintomáticos; e, por último, monitora via telefone e inserem no sistema informações destas pessoas para obter dados epidemiológicos.

“Atuamos com o que temos nas mãos. Nada milagroso, nada revolucionário, só de forma organizada e planejada. Trabalhamos com os agentes comunitários de saúde e endemias, instruindo eles, fazendo com que vão em suas micro áreas, captem e façam o monitoramento de todos os idosos e crônicos”, explicou.

A partir dessa visita, estes servidores vão levar as informações para uma base central, para análise dos sintomáticos e fazer uma tomada de decisão com as medidas necessárias e atendimento antecipado, com medicação e até mesmo possível internação.

Depois de fazer o levantamento de dados, eles são encaminhados para um call center que vai fazer o acompanhamento diário por meio monitoramento.

“É feita a inserção no sistema de informação, elaborado para receber todos os dados e assim a gente consegue monitorar diariamente e saber quem está doente, quem está curado, quem foi a óbito, quem está indo para UTI. E, conseguimos entrar com a intervenção medicamentosa antecipada, levar ao médico a acompanhar esse paciente antes que ele piore e assim a gente consegue salvar vidas”, pontuou.

G1

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