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COTIDIANO

Educação planeja a aquisição de 700 kits de apoio educacional para o ano letivo de 2021

Por Redação Juruá em Tempo. 07/08/2020 16:44
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A Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE) planeja a aquisição de 700 kits de apoio educacional para atender os estudantes do ensino fundamental anos finais e ensino médio das escolas estaduais, a partir de 2021.

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O processo licitatório  para a aquisição dos kits levou dez meses, mas já está concluído e em fase de homologação no Diário Oficial, ainda no mês de agosto, e logo em seguida será efetuada a compra dos equipamentos. O valor global do contrato dos 700 kits é de 44 milhões de reais.

O projeto visa atender as escolas estaduais urbanas e as rurais que tenham energia elétrica, mesmo que não tenham internet. O professor pode baixar antes os conteúdos, acessando a internet de algum lugar em seu notebook, e depois irradiar suas aulas na escola, por meio de uma rede sem fio, de forma offline.

O kit é um carrinho que transporta os equipamentos de multimídia e é composto de 20 chromebooks, um par de óculos de realidade virtual e um roteador de rede sem fio para o professor utilizar em sala de aula. Dependendo do número de alunos, a escola pode receber até seis kits.

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A proposta de laboratórios móveis foi elaborada para renovar os laboratórios de informática existentes nas escolas, dando mais mobilidade e melhor usabilidade, com mais recursos tecnológicos educacionais, e oferecendo a facilidade de poder ser utilizado em qualquer lugar dentro da escola, além de ser mais barato.

“É uma fonte do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Utilizando o equipamento novo, com os chromebooks, óculos virtuais e laboratório móvel, o professor poderá transformar sua sala de aula em um grande laboratório de pesquisa. Vamos levar informação e tecnologia para as nossas escolas”, afirmou o secretário de Educação, Mauro Sérgio Cruz.

Os recursos tecnológicos permitem que o aluno desempenhe um papel ativo na construção de conhecimentos. Os professores devem receber capacitação para operar os equipamentos e usar os recursos tecnológicos de forma inovadora. Eles poderão criar propostas interessantes para a aprendizagem e passam a ter um leque variado de recursos à disposição, transformando o espaço da sala de aula em um laboratório móvel de tecnologia, com a possibilidade de abordar temas diversos, de forma mais atrativa e esclarecedora, sem perder o foco na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Menores, mais simples, leves e resistentes que os notebooks e os PCs, projetados para ajudar na realização de tarefas de modo mais rápido e fácil, os chromebooks foram a escolha ideal para o uso dos alunos. Seu sistema operacional é semelhante ao de um celular, com o que os jovens já têm familiaridade.

O projeto proporciona ao aluno, além do uso tradicional do computador, o uso do óculos de realidade virtual, que vai imergi-lo na cena, podendo levá-lo para o fundo de um oceano durante a aula de ciências, ou deslocá-lo de qualquer lugar até o sistema solar, ou até mesmo a uma grande galeria de arte em Londres, por exemplo.

O universo virtual recria ao máximo a sensação de realidade, além de permitir interação e possibilidades de aprendizagem diferenciada, o que rompe com os limites da sala de aula e faz com que o aluno aprenda teoria e prática ao mesmo tempo.

“O projeto tende a melhorar a qualidade do ensino, proporcionando um uso melhor dos recursos educacionais dentro da sala, trazendo mais atração e motivação para o aluno, e evitando, assim, a evasão escolar” declarou Javã da Costa, chefe da Divisão de TI.

Javã declarou ainda, que o Google entrou em contato com a SEE oferecendo o Google for Education e, dentro dessa plataforma, há um sistema de gerenciamento de conteúdo para escolas chamado Google Classroom. Cada professor e cada aluno da rede estadual terá um e-mail do Google, mas com um domínio local, com direito a drives e mídias totalmente grátis para uso no equipamento.

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