O Prefeito Ilderlei Cordeiro, que estava com viagem marcada para segunda-feira (03), cancelou o compromisso para participar da manifestação dos aprovados no concurso público da Prefeitura de Cruzeiro do Sul, que será realizado nesta segunda-feira (03), a partir das 8h, com concentração em frente a Catedral de Nossa Senhora da Glória. Os aprovados pedem com a manifestação a contratação imediata das 511 vagas do concurso.
“Quero parabenizar mais uma vez todos que passaram no concurso da prefeitura, com 511 vagas, um momento histórico, onde enfrentei os desafios de uma gestão, que precisava ser alinhada para fazer concurso, e depois de 12 anos conseguimos esse feito. Parabenizo os aprovados também pela organização do movimento que está sendo feito na segunda-feira, pedindo suas admissões, para que sejam realmente contratados. Sou a favor, concordo com o movimento. Vou está lá junto com eles, e também chamar a atenção dos setores que precisam liberar para que possamos fazer as contratações”, destacou o prefeito.
Cordeiro destacou que o município depende da liberação do Tribunal de Justiça, ou do próprio TCE, que pediu a suspensão dos atos referentes ao certame, para que possa fazer as contratações efetivas.
“Eu e nossa equipe já fizemos tudo que foi possível. Mandamos documentações para o TCE, dando as respostas necessárias para eles liberarem a contratação de todas as pessoas que passaram, entrei com uma ação no Tribunal de Justiça pedindo a liberação para contratação deles, e temos notícia boa, que o Ministério Público deu parecer favorável, mas infelizmente no nosso país existem muitas burocracias”, explicou.
O prefeito confirmou sua presença no movimento, e pede a agilidade dos órgãos necessários para realizar as contratações. Ele enfatiza que a união de forças é essencial para alcançarem mais rapidamente um resultado satisfatório.
“Eu sou a favor que nós possamos nos unir para chamar a atenção dos setores responsáveis, para fazer a liberação e contratarmos essas pessoas. São pais de família que precisam, ser contratados, alguns deixaram outros empregos que tinham, outros vieram de Rio Branco e de outros municípios, é uma situação delicada”, finalizou.

