Rio Branco, Acre, 25 de setembro de 2020

Edvaldo quer saber do Depasa a respeito do plano de contingência para o enfrentamento à estiagem

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) apresentou um requerimento solicitando que o diretor-presidente do Departamento Estadual de Água e Saneamento (Depasa), Luiz Felipe Aragão, encaminhe à Assembleia Legislativa o plano de contingência detalhado a respeito do abastecimento de água nos municípios acreanos.

“Ontem mesmo dois colegas abordaram esse problema da água. Ontem eu assistir parte da entrevista do governador sobre esse problema, dizendo que ‘pode estar havendo boicote’, palavras do governador. Quero pedir a vossa excelência que possamos analisar o quanto antes. Estou pedindo que ele envie o plano de contingência que o Depasa montou para o enfrentamento da estiagem. O que está previsto nesse plano? Quais as providências que precisam ser tomadas? Todos os anos se tem um plano para as cheias e um plano para a estiagem”, disse o parlamentar.

Edvaldo Magalhães lembrou que em 2015, quando assumiu o Depasa, enfrentou a maior cheia do rio Acre, sobretudo na capital Rio Branco. No dia 2 de março, o rio Acre chegou a 18,40 cm. “A casa de força da ETA II faltou um centímetro para alagar. O nosso plano de contingência deu conta e não faltou água tratada na cidade. Parecia uma provação. Em 2016, o Acre viveu a sua maior estiagem da nossa história. O rio Acre no dia 17 de setembro chegou a 1,30 cm. Não faltou produção e distribuição de água nenhum dia”.

O parlamentar lembrou que na estiagem, foram os servidores da área operacional e de abastecimento que resolveram o problema. “Trouxeram uma proposta cara e demorada. Foi a equipe de servidores da manutenção e os servidores do operacional que encontraram a melhor solução. Uma PC, pernamancas e folhas de compensado e ali fizemos uma contenção e ali garantimos que fosse captada”, destacou.

Ao finalizar, Edvaldo frisou que é necessário o plano de contingência para que não falte peças e equipamentos neste período de estiagem, bem como não se pode faltar produtos químicos para o tratamento da água captada. “Bombas de captação quebram”.

  • Assessoria.

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