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Depois de dias em queda, média móvel de mortes por Covid-19 no Brasil volta a crescer

Por Redação Juruá em Tempo.13 de setembro de 20203 Minutos de Leitura
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RIO — O Brasil registrou 922 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com informações do boletim das 20h do consórcio de veículos de imprensa desta quinta-feira. No total, já são 129.575 vidas perdidas para o novo coronavírus. Foram registrados também 40.431 novos casos da doença, elevando para 4.239.763 infectados pelo Sars-CoV-2.

Ainda que esteja em tendência de queda, a média móvel de óbitos subiu para 692, quebrando a sequência de três dias seguidos de números em baixa.

Desde 12 de agosto, a média móvel de mortes causadas pelo novo coronavírus no país está abaixo de mil e, desde o dia 28, abaixo de 900. Nesta semana, ela tem se mantido abaixo de 800. Assim, o Brasil segue a tendência de queda nas mortes causadas pelo novo coronavírus.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número de mortes do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com a mesma média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o “ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

As informações são do boletim das 20h do consórcio de veículos de imprensa, formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério a Saúde.

Segundo balanço do Ministério da Saúde desta quinta-feira, o Brasil registrou 40.557 novos casos da Covid-19 e 983 mortes provocadas pela doença. Com isso, o país chega a 4.238.446 infectados, com 129.522 óbitos. Há ainda 2.501 mortes em investigação.

Vacina russa em teste na Bahia

O governo da Bahia fechou acordo com o laboratório russo Gamaleya para começar a testar a vacina contra a Covid-19 no estado, informou a instituição russa em coletiva nesta quinta. As informações sobre o imunizante seram repassadas para a Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico (Bahiafarma), responsável técnica que ainda precisa submeter o pedido aos órgãos reguladores, como a Anvisa.

O laboratório russo informou ainda que até amanhã deve anunciar parceria com mais um estado brasileiro, que deve adquirir 15 milhões de doses. A instituição espera ter os resultados da Fase 3, a última, já em outubro e, caso seja aprovado, o imunizante já estaria disponível para os países parceiros em novembro.

Já o voluntário dos testes da vacina da AstraZeneca/Universidade de Oxford que desenvolveu sintomas de mielite transversa, um distúrbio neurológico grave, é uma mulher britânica e não integrava o chamado grupo de controle. Isso significa que recebeu o imunizante experimental. Ela teve alta na quarta-feira e, segundo o presidente da AstraZeneca, Peter Soriot, passa bem.

Segundo o site americano Stat, Soriot confirmou aos investidores que essa não foi a primeira vez que os testes foram suspensos. A primeira suspensão aconteceu em julho. O motivo foi o mesmo: voluntário com sintomas de distúrbio neurológico. Porém, os testes foram retomados porque uma análise mostrou que o voluntário sofria de esclerose múltipla não relacionada com a vacina ou a Covid-19.

Fonte:Extra.

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