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Estado entrega cestas básicas a mulheres trans em situação de vulnerabilidade

Por Redação Juruá em Tempo. 29/01/2021 18:11
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Preconceito, traumas e falta de oportunidades são alguns dos desafios enfrentados diariamente pelos transexuais em qualquer parte do mundo. Por essa razão, a Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM), no Dia da Visibilidade Trans, celebrado nesta sexta-feira, 29, entregou cestas básicas a mulheres trans em situação de vulnerabilidade.

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A entrega foi realizada no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Cidade do Povo, em parceria com o Ministério Público do Acre (MPAC) e Prefeitura de Rio Branco. O mapeamento foi feito por meio da Associação de Travesti e Transexuais do Acre que identificou mulheres trans em situação de vulnerabilidade social.

“Visibilidade trans, é isso que está acontecendo aqui, é sermos ouvidas. O maior recurso da nossa associação é a nossa união, é a capacidade de trazermos pessoas para lutarem junto com a gente”, enfatizou a assistente administrativo do CAV, Rubby Rodrigues.

As cestas foram doadas pela Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), para o desenvolvimento de atividades de sensibilização para diversos grupos: vítimas de violência, egressas do sistema prisional, negras, ribeirinhas e indígenas, trans e travestis.

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“Fiquei muito feliz em receber essa cesta básica, não estou trabalhando e esse sacolão vai ajudar muito. Foi muito bom para nós”, destacou Simone Lima.

A SEASDHM possui uma Divisão de Promoção da Igualdade Racial, Intolerância Religiosa e Diversidade Sexual que atua na garantia de dignidade e direitos humanos dos LGBT.

A vice-prefeita de Rio Branco, Marfisa Galvão participou do evento e reforçou o apoio da prefeitura ao público trans. “Elas fazem parte desse projeto e dessa equipe, durante essa gestão estaremos juntas”, enfatizou a Marfisa.

Dados

Segundo uma pesquisa do Grupo Gay da Bahia (GGB) realizada em 2017, o Brasil é o pais que mais mata travestis e transexuais no mundo, só em 2020 foram mais de 170 assassinatos.

O Centro de Atendimento à Vítima (CAV) do MPAC já realizou 150 atendimentos ao público LGBT.

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