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Ex-criminosos acreanos viram pastores e tiram faccionados do corredor da morte

Por Redação Juruá em Tempo.5 de janeiro de 20213 Minutos de Leitura
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O renomado portal EL PAÍS destacou o trabalho da Equipe 91 formada por ex-criminosos acreanos, que agora são pastores evangélicos. De acordo com a reportagem, eles administram conflitos com facções e dão salvo-conduto para que integrantes deixem a vida de crime, desde que se tornem evangélicos. Inclusive citam a ala religiosa “livre” do maior presídio do Estado, Francisco de Oliveira Conde, na capital acreana.

Desde 2012, a Equipe 91 ― assim batizada por causa do salmo bíblico de mesmo número segundo o qual se livrarão da “peste perniciosa” os que estão ao lado do Senhor― cumpre a função de interceder por aqueles que prometem deixar o crime e abraçar Jesus Cristo.

Em Rio Branco, em uma casa vigiada por câmeras, o pastor Conrrado Sena senta-se na frente do conselheiro do Comando Vermelho, um dos articuladores da facção criminosa carioca que domina a capital do Acre.

O pastor clama pelo perdão a um sentenciado à morte pelo tribunal do crime. É a última apelação para que o “decretado” tenha chance de viver. Evangélicos sem ligação com nenhuma igreja específica, os membros da equipe são ex-presidiários, ex-ladrões, ex-traficantes e homicidas que deixaram o crime e abraçaram a palavra de Deus.

O grupo formado por aproximadamente 70 integrantes desenvolve trabalhos de conversão em presídios, fóruns, igrejas, bairros, casas e onde mais puderem pregar, tudo de maneira precária com base em doações.

O grupo estima que já tenha livrado da morte mais de mil pessoas, quer em audiências especialmente improvisadas ou virtuais. Nelas, a intervenção é feita sob medida e gravada pelo WhatsApp, e o vídeo enviado ao comando das facções serve como prova da mudança de vida.

Um dos artífices da iniciativa de “salvamento de almas” em Rio Branco, o pastor Conrrado é protagonista e testemunha de uma transformação sem precedentes no mundo do crime do norte do país. Foi um dos criminosos célebres do Acre, um assaltante de banco conhecido em todo o Brasil, e cuja prisão inaugurou o presídio federal de Mato Grosso do Sul, em 2007. Ficou uma década preso. Reunido com a elite criminosa do país, acompanhou, durante os banhos de sol, a integração do Acre com as facções do Sudeste.

A influência evangélica como contrapeso às facções não está apenas nas ruas. O instituto que administra as prisões do Acre criou no início deste ano um pavilhão exclusivo para evangélicos na Penitenciária Francisco De Oliveira Conde, a maior do Estado. São 625 presos divididos em 25 celas.

Até 2015, o Estado negava a existência e influência dessas organizações criminosas, mas em outubro daquele ano o Acre viveria seu primeiro episódio de ataques orquestrados por facções. Foi quase uma semana de queima de ônibus e prédios públicos. A guerra do crime pelo domínio territorial chegou ao ápice em 2017, com mais de 400 inquéritos de homicídios instaurados, quando o Estado registrou uma taxa de 62,20 homicídios a cada 100.000 habitantes, segundo lugar na colocação nacional, atrás somente do Rio Grande do Norte.

Confira a reportagem completa

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